Sorri
por coisas banais
De tudo que feito, e dito
Do sorriso, ao choro intenso
Em silêncio fez-se o grito.
O
alegre despertar
Tornou-se triste e sombrio
Conturbando as águas do mar
Afastando-as do rio.
Fez-se
o eco, surdo e mudo
Embrenhando-se na madrugada
Vazando os olhos do tempo
Cegando-me a alma, cansada.
Do
desalento, á esperança
Brinquei com a imaginação
Da boca seca da noite
Bebi, e amassei o meu pão.
Limitando-me
ao desatino
Sorri com a minha euforia
Nem tudo que bom é belo
Porque não chorar de alegria.
Autora: Pequenina
09/11/08
- 02:10
Música
na Voz do: Ribatejano