Como chove nesta terra
Foi constante, a noite inteira
"São Pedrinho” adormeceu
Deixando aberta, a torneira.
É chuva
a dar de baldes
Correndo para todos os lados
Pinga, pinga nos beirais
Toque, toque nos telhados.
Caiu chuva a
noite inteira
Águas desceram as ladeiras
Em busca de uma saída
Desciam qual cachoeiras.
Num planeta
ameaçado
A faltar este produto
Que é a base de nossa vida
Reclamar, seria um insulto.
Desta forma
eu agradeço
Aos céus que nunca esquece
De nos mandar sempre as chuvas
Merece até uma prece.
Que durma o
“São Pedrinho”
Esquecendo aberta as torneiras
Mas que proteja o nosso povo
Os que sem “eiras nem beiras”.
São aqueles
pobres coitados
Carentes de um lar, sem projecto
Tenham amor, oh Governantes
Conceda a estes, um teto.
Autora:
Pequenina
19/11/08
- 02:10
Musica na Voz do: Ribatejano