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Alcino de Aldibela XI
O
Milagroso Saquinho
Alcino
depois de ouvir a voz de sua madrinha, corre para detrás
do penedo...
Ali
encontrou um saquinho feito do mais fino linho, era brilhante como
o mais puro desejo de bem-fazer.
Alcino
conhecia que tudo pode surgir do nada, e esse saquinho bem pequeno
poderia conter todo o bem do mundo nas mãos de sua madrinha.
Este
saquinho vinha de suas mãos...
Alcino
sobre o olhar de seu grande amor Balia, e com mil expectativas abriu
o saquinho.
Alcino
viu subir um bilhete de fumo que desaparecia ao ser lido.
Alcino,
deste saco podes retirar uma coisa de cada vez que o desejares e
seja para bem de todo o ser humano de tua nação.
Nunca
podes retirar a expectativa e desejo do aprender, da evolução...
Ou tu verás o que fará falta, tudo isto se tornara
em fumo com o mais pequeno desejo perverso.
Deves
encorajar a ciência e o trabalho.
Os
invejosos que se quiserem apoderar do saco serão mordidos
por serpentes que o guardaram como relíquia do segredo do
penedo da fraga.
Então
Alcino desejou uma baeta... como por encanto a baeta apareceu, junta
com um paninho.
A
alegria foi enorme; depois de embrulhado o bebe, foi entregue a
sua ame que o cobria de beijos.
Alcino
e a comitiva foram recebidos pelo Rei que lhes deu as boas vindas
e tomou conhecimento da morte do feiticeiro... dizendo... irmãos,
este e um exemplo.
De
que a hipocrisia não paga... vamos procurar ser iguais e
ajudar uns aos outros, a forca de cada um está na colaboração
da nação.
Alcino
nos vai ensinar as melhores maneiras de vivermos com honestidade
e respeito por cada ser...
Haverá
sempre dissidentes que se julgam mais espertos e a querer viver
sem trabalhar...
Eu
como rei... não admito torturas nem desigualdades...todo
o doente precisa ser ajudado, como o calaceiro castigado... Alcino
promete de nos ajudar a crescer nossos alimentos sem ser preciso
nos mudar a cada estação...
Eu
acredito, e vocês têm de obedecer...
Agora
ao trabalho...então Alcino a cada homem entre um pano que
dividiu em dois e entregou a cada homem para cobrir suas vergonhas
e retirar o bambu.
Este
foi amarrado com uma fita de palmeira, dizendo agora cada um pode
fazer melhor para se cobrir, mas isto e o mínimo que se pode
exigir a cada ser humano.
A
todas as mulheres também lhes foi dado um pano retirado do
saquinho mágico dado ao Alcino para estas por sobre os seios
e retirar a pintura, também lhes foi dito que seria o mínimo
exigido a uma mulher...
Nenhum
homem poderia fazer amor com uma mulher com idade inferior mais
de cinco anos e sem consentimento... Mulher os seria considerada
mulher aos dissésseis invernos.
Como
ninguém sabia o que fazer, as mulheres foram ensinadas por
Balia a fazerem crochet, com as agulhas que estavam nos bambus...
Os
homens deveriam abrir uma larga clareira ate ao rio, a terra seria
laborada com a ajuda de Zulu, muitos mas Zulus fariam falta para
ajudarem o homem no trabalho, e seriam sacrificados para a sobrevivência
da raça humana.
A
aprendizagem seria longa, mas valeria a pena para que o homem pode-se
viver com harmonia neste jardim... tudo isto acontecera quando nosso
coração for inundado pelo amor e desejarmos ao próximo,
o que para nos desejamos....
Com
os bambus foi lhes ensinado a fazer nasças para caçar
peixes, em vez de usarem a lança...
Foram
construídos lugares para guardar as galinhas de poupinha...o
leite do Zulu foi repartido pelas crianças que se deliciarão
e Alcino principiou a procurar alguma herde que pastasse nos arredores...
Foram
erguidas verdadeiras maravilhas com o bambu e palmas de coco, principiava
a haver lugares privados que eram entregues aos mais velhos, erguida
uma grande tenda para toda a comunidade.
Alcino
mandou que focem mortas diversas focas para com a pele de pois de
seca e curada fazerem colchões para cada mulher que parisse
e seu bebe ter conforto...principiava a haver alegria depois que
os últimos raios entravam por trás da montanha que
fumegava...
(Próximo Capítulo XII - Alegria e Inveja)
OBS: Leia
(AQUI) os 3 primeiros capítulos
deste conto
Por:
Armando C. Sousa
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