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Foi o
Destino
Capítulo
VIII
Pode Ser Que Volte
Noite terrível de insónia de
amor e de desejo para os dois pombinhos... Dulia acordada ouvia
o sofá de José ranger como um terramoto.
Do
outro lado de seu quarto ouvi sussurrar, quer dizer que D. Alzira
e marido conversavam, ela com desejos de vir para junto de José
e o levar para a cama que lhes pertencia, mas que por gentileza
a cedeu.
Agora
sentia seus peitos tremer e crescer como dois figos de S. João,
inchadinhos, logo sentia seu sexo latejar como o bater de asas de
um beija flor, e o mana da vida escorrendo, sentindo que era o licor
do prazer... Ardia mas nada podia fazer...levantou-se e entrava
na cozinha, mas D. Alzira também entrou, José Fazia
que ressonava neste momento, assim sossegou a sua mãe.
Dulia
desculpou-se que estava mal disposta.
Nos
quartos de cima Fátima também cismava nos beijos,
perguntando o que tinham que a não deixavam dormir, seria
que também amava o tino da baleia?
D.
Alzira e marido faziam planos... dizendo não querer ver os
filhos separados através deste imenso Canada.
O
Sr. Carvalhal dizia, dinheiro sozinho não reúne filhos
por muito tempo... se nada fizermos em pouco tempo, vamos ter a
solidão como remorsos de nada ter feito.
E
dizia, Amor o turismo esta a aumentar de verão, seria difícil
todos juntos ter um negocio de família baseado em igualdade?
Já
D. Alzira queria saber tudo junto quanto era suas economias...por
esse motivo tinha surpreendido Dulia na Cozinha.
Enfim,
de pois das duas mulheres tomar um chá de erva cidreira e
depois de D. Alzira fazer algumas perguntas a Dulia, esta disse
são poucos dias que vos resta de ferias, deverias de ir ver
o palácio de gelo cristal, verias a belíssima arte
dos Inuitas esquimós.
Pela
manha, entro os beijos e o café, Dulia incitada disse a José
o que sua mãe lhe tinha dito, este apenas respondeu, se a
mãe nos preparar um farnel... não vou eu lá
comer fígado de foca cru.
A
mãe disse; sim faço, mas tem cuidadinho, este disse;
talvez irei voltar.
Na
estrada cortada na montanha, com precipício para o mar, e
onde só depois da meia-noite se poderia ver a lua cheia de
tão a pique que ficava a serra, lugar onde muitas vezes a
estrada era cortada por avalanches.
Antigamente
estas aldeias indignas ficavam separadas da civilização
por dias, com as avalanches.
José
foi encontrar um amigo no quartel de policia montada que naquela
aldeia eram apenas dois, este depois das boas vindas os levou ver
a riqueza que aquela gente pode fazer do gelo, esculpindo numa montanha
de gelo de centenas de anos um palácio onde tudo luzia como
cristal, mesmos as camas eram de gelo cobertas por lençóis
de pele de foca e cobertores confeccionados com pele de Urso polar.
As
horas estavam passadas, tempo de regressar... mas o seu amigo de
escola que agora era soldado da polícia montada, a rir disse
tenho mas noticias...
Acabo
de receber um telefonema que estrada estará interdita talvez
até as dez da manhã.
O
Capitão de vigia disse ser causada por a passagem de uma
manada de renderas na sua passagem...
Tereis
de esperar, ate que receba ordens que a passagem esta livre, entretanto
vos ofereço de interceder com o chefe indigna para vos deixar
dormir num palácio de sonho, onde não haverá
nada mais próximo do cristal.
Amigo
José, nada mais memorável para ti e para tua futura
esposa, e sabes que estas coisas são causadas apenas pelo
destino... sim amigo foi o destino que vos juntou aqui, para desfrutares
desta beleza, e mesmo teres o primeiro almoço de leite e
queijo de render e fígado de foca.
Apenas
5 horas de dia nessa época do ano, noite polar, noite de
verdadeiros namorados, apenas alumiados por uma velhinha de gordura
de foca, luz pálida e fresca para não derreter o gelo.
Ficaram
sozinhos, Dulia ardendo, mas cheia de medo, corou de pudor... mas
deixou cair o vestido devagarinho, levando José as loucuras,
da cinta para baixo era deusa do pecado, o púbico bem estimado,
que apetecia comer, tão linda sapinha.
José
voltou as costas e se despiu, saltando para dentro dos cobertores
e urso polar e lençóis meia dúzia de peles
de foca.
Por
minutos ficaram quietos apreciando aquela doçura de viver,
José estendeu suas mãos calejadas sobre o corpo de
Dulia, esta pulava ao primeiro toque.
Mas
suas mãos percorriam o corpo de José levantando os
pelos do peito deixando descer.
Ate
encontrar o desejo da loucura, num ápice saltou para cima
dele e deixou seu membro introduzir na sua sapinha; esse vulcão
que desde o primeiro encontro ardia em si querendo explodir...
Dulia
gritava de dor e prazer, José sentia alguma coisa quente
que escorria, era a honra de ser menina, agora em seus braços
estava a mulher de seu destino.
Por:
Armando C. Sousa
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