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Foi o
Destino
Capítulo
IV
Segredos Desvendados
José
sentiu arrepios coisa que já meses não os sentiam,
e viu que as cores de Dulia voltaram vivas, como uma flor que acaba
de abrir.
Tudo
isto seria compaixão, ou o coração que estava
a acordar de uma longa noite de inverno?
Entraram
todos os lotes, para não atrapalha, José foi dos primeiros,
o queria dizer que teria de ir para os acentos de traz do avião,
Dulia foi das últimas a entrar.
Os
dois com lugares a janela, sem probabilidade de se falarem.
José
estava determinado a conversar com Dulia, então pediu a hospedeira,
também mulher lindíssima se o autorizava a sentar-se
no acento a elas destinado mesmo nos últimos acentos do avião,
esta olho José e disse vou ver o que posso fazer...
A
hospedeira levou os dois para primeira classe, dois lugares vagos...
Depois
de tudo sentado foi anunciado ainda uma pequena demora de partida,
e já os nossos heróis instalados em primeira classe
lado a lado como dois pombinhos.
Ai
José de cabeça baixa contou a Dulia a negrura que
sentia depois que sua amada morreu, lhes contado toda a sua história
de namorado e filho do mestre da traineira (Sagres Aqui), este terminou
pondo a cabeça entre as mãos.
Dulia
lhe deitou o braço sobre o ombro e lhes puxou a cabeça
para encostar em seu ombro, dizendo, amigo este meu ombro poderá
com todas as tuas amarguras e tuas dores, encosta, este encostou
ela lhe depôs um beijo na testa.
Ali
ficou por uns minutos, apreciando o alento que lhes dava aquele
cheiro de mulher, que desde muitos meses não sentia...levantou
a cabeça e disse, sabes que desde que me enlacei com Maria
e esta morreu, nunca mais conheci carinhos nem calor ou cheiros
de mulher...
Dulia
respondeu, e portanto a vida continua, esta pegou no braço
de José e o atirou sobre seu ombro, dizendo a gora vou te
contar o que aconteceu ao pai de minha filha... tu queres ouvir?
José
vou contar tudo sem rodeios… pura verdade... tu sabes bem
como são os jovens... a carne queima e queremos experimentar
o tremor da carne, o porque que os bicos do peito tremem e crescem
mas temos medo...
Um
dia num banco do jardim, me sentei no como do rapas que amava, retireis
as calcinha, e quase logo senti como um jacto quente que batia por
toda a minha vagina.. tive medo e levantei-me, e na minha precipitação
disse desculpa tenho de ir mudar de calcinhas... e corri para casa.
Por
três semanas, nunca mais soube do rapaz...
Um
dia ele me esperava a porta de casa para me falar, então
fui com ele ao mercado, e voltamos apesar dos pedidos de nos ausentar
nos baldios vizinhos...
Despedimo-nos
com um beijo e lhes pedi para vir no outro dia namorava-mos na mesa
do jardim... eu estava sentindo momentos de enjoou-o e três
dias passavam que deveria ter minha menstruação...
Então
ele chegou, e trouxe uma infusa de cerveja, e uns tremoços
curtidos em casa...sentamo-nos...e disse; creio que estou grávida,
se estiver casas comigo o mais cedo possível...
Eles
respondeu se estas grávida não e de mi, pois meu pénis
não entrou em tua vagina de mais sou homossexual.
Peguei
na infusa e a descanguei sobre a cabeça, com tal imputo que
esta se escacou, e os vidros lhe fizeram pequenas feridas mas acabela
ficou quase como a torre de Pisa.
E a chorar foi se corar ao hospital... e desde esse dia nunca mais
o vi.
Vi
o doutor que confirmou minha gravidez... e me aconselhou a ser desflorada
ou ter a criança de cesariana...
Foi
o que fiz... levantando a blusa mostrou a cicatriz...esta quando
olhos José estes chorava de comoção.
Virgem,
queres dizer que mesmo com uma filha, ainda és virgem, e
num ímpeto, beijou Dulia na boca, mas logo tirou seus lábios
envergonhado.
Dulia
muito coradinha disse José, depois do sucedido foste tu o
primeiro homem de desonrar meus lábios.
,
Será que ainda possa sentir um dia que sou uma verdadeiro
alem de ser uma mãe que não me considero natural...
José disse deixa o coração bater ele te dirá
talvez um dia bem próximo...
Dulia,
eu gostaria de te chamar amor, mas tenho medo, se me permites gostaria
de conhecer tua mãe e tua filha.
Como
vamos no mesmo caminho, e ficas apenas 10 quilómetros da
casa de meu Pai, permites em vir no meu carro, eu te guiarei a casa?
Dulia
disse, pois se e esse teu desejo, confio enterramento em ti... Dulia
encostou sua cabeça ao ombro de José e principiou
a cochilar.
Por:
Armando C. Sousa
A seguir capítulo
V. (Na Última Ceia Daquele Ano)
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