Aldeia Maria do Mar XXXIII

Fim

 

Ao mesmo tempo no outro lado da praia, dois namorados loucos de amor se abarcavam, fazendo promessas que só o feiticeiro do mar as poderia fazer cumprir.

Sua casa seu mundo, seria a ilha desconhecida, mas onde estariam os barcos?

Maria do Mar e marido estavam presos na sua própria casa, as autoridades queriam descobrir alguém que partiria para a ilha de magia escondia ou a ilha dos diamantes.

O céu do outro lado do mar tornou-se vermelho, com flashes de mil cores vindos de todos os lados do céu, escondendo sua origem, surgiam umas nuvens negras que pareciam carregar grande descarga de água.

A multidão se apresou a guardar refúgio, mas se tornando para admirar aquela maravilha que a natureza nunca tinha ainda mostrado ser possível tão grande esplendor.

Junto a praia apenas ficaram aqueles dois pares de namorado prometendo viverem um para o outro num lugar de magia como o que deixaram para vir a sardinhada... se poderem lá voltariam para passar o resto de seus dias naquele céu.

A multidão se tinha voltado para ver aquela maravilha no céu, apenas ficaram naquele penedo junto a praia os dois pares de namorados, loucos, abraçados não dando conta do tempo.

A Policia ficou sozinha ali a descoberto... Duas grandes baleias se aproximaram fazendo um milagre de riso com a cauda borrifou-os todos ao mesmo tempo que os golfinhos deitavam a água os namorados que não tiveram outra solução se não agarrar-se as finas dos golfinhos para serem salvos das ondas formadas para os fazerem atrapalhados.

Estes em grade velocidade seguiram para o lugar que o barco esta escondido pelo nevoeiro e redemoinho... o navio escola principiava a seguir, mas as baleias se quedaram pela vos dos golfinhos.

Nossos enamorados subiram ao som de bem vindos de abraços e beijos pelos presentes.

A grande surpresa foi dada pela presença do capitão... que ali se encontrava com duas filhas e seus namorados, dois gatos e dois cães de estimação.

A viagem foi maravilhosa.

No barco não havia escravos a mandar lavar roupa ou fazer o comer.

Havia necessidade de formar uma comunidade onde os que mandariam seriam Tristão e Cloé... chegaram a Ilha misteriosa, as ventoinhas vulcânica deram uma paragem para entra do navio que ao voltarem a trabalhar formou-se uma grande onda que empurrou o navio a ficar pousado a seco na areia da praia.

Três meses mais tarde Cloé dava a luz um rebento gerado na viagem de ciência, pelo amor, pela verdade e destroçar o egoísmo...

Meses mais tarde a ilha se animou com mais sete vidas...os casais cientistas tiveram o enorme prazer de dar a ilhas gémeos, as filhas do capitão também emprenharam na noite de partida, e Valdina deu a luz uma linda menina aquém deu o nome de Tifá.

Eu tive de deixar a ilha no pensamento da Sereia e arcano dos mares e dos ares...

Não sei se um dia lá poderei voltar e ver o que se passa com aquelas lindas crianças e seus parentes que deixaram a revolução e egoísmo do universo pelo sossego e amor.

(Fim)
Por: Armando C. Sousa