Aldeia da Maria do Mar XIX

Para Onde Iremos?

 

Amigos leitores, esta era a pergunta que bailava em todas as bocas, e que todos os olhares procuravam resposta no mover dos astros e correntes marinhas.

São estas coisas que só o destino conhece.

Deus apesar de de ser muito maior que o universo, criador do invisível e do invisível dotou o homem com inteligência para se defender na sua vida e deixar alguma coisa para que no futuro possam fazer ainda melhor.

Mas os diabos também viveriam entre os homens, esses como Bush Itler Blair Lula e tantos outros...Basta dizer-vos se os triliões de dólares gastos em armamento, Canhões bombas e balas que matam milhões; chegariam para a total modificação deste mundo, para uma vida de alegria seguindo recomendações da ciência, do amor verdade e igualdade, mas deixando as religiões completamente fora dos governos.

Estas nunca deveriam ter direito a usar mentiras, e imagens para lavar a cabeça da gente de fraco sentido da verdade, capas de convencerem a odiar e tornarem-se em bombas para a vingança que não deveria existir, se fôssemos feitos de amor, e portanto e o que se vê mais através da net afirmando serem verdades.

Bom meus amigos, aqui estamos em frente do navio universitário, com umas centenas das ideias mais brilhantes do universo, procurando descobrir a energia do futuro e uma maneira de salvar o planeta azul do aquecimento total; para que o derreter dos glacies não tornem parte do universo em desertos e outra parte façam as águas galgarem a terra, semeando destruição, fome e doenças de arrasar a população.

Pouco a pouco foram descidos os barcos salva-vidas, e instruídos que mulheres e homens entrariam em igualdade, pedindo para que fossem formadas duas filas, uma de mulheres outra de homens; principiando a descer, e os barcos não levariam mais que a lotação, mas que haveria barcos suficientes para o salvamento completo.

Os barcos salva-vidas, estavam cheios mas, mas no navio restavam sete seres humanos, entre eles Valdina, o capitão mais três homens e duas mulheres, verdadeiros génios cientistas.

Entre estes, também se encontrava Tibiro, o homem que tinha aperfeiçoado hidrogénio em combustível, e que muito adorava Valdina.

Hidrogénio existe desde longo em baterias, mas mistura de vapores e ar e uma descoberta em experiência que poderia estar desenvolvida nos nossos dias.

Este existe mas extraído de combustível, mesmo assim a experiência tem-se demonstrado muito eficaz para reduzir a poluição.

Uma outra equipa que ficou no navio universidade, foi a de estudos de captação da energia dos relâmpagos, que cada um será capas se fosse possível captar de electrificar uma cidade de milhões por um dia, ou mais; mas ainda não conseguiram medir sua potência.

Estão procurado captar e dividir o raio em milhares de fibra óptica que vão directos a enormes baterias, esperando que estas recebam a carga passando depois a linha de corrente em forma de altíssima tenção.

Outra equipa que ficou no navio universitário, estudava brechas vulcânicas, e não muito longe na crosta terrestre passagens de vapor comprimido, quase da mesma forma de gaz. Natural, com a condição de furar a terra e no furo sair vapor para fazer trabalhar enormes caldeiras que propulsionariam grandes geradores eléctricos, quase da mesma forma como as que estão produzindo electricidade do vapor nas proximidades vulcânicas, só que a ideia seria de o captar a uma pressão elevadíssima.

Cada barco salva-vidas era equipado com duas bóias e uma pequena corda de fibra carvão, estas lançadas a água para não ocupar espaço, todos acenavam dando o último adeus; de momento o batalhão de golfinhos emergiu saltando.

Uma esquadra destes animais amigos do homem no mar se dirigiu para cada barco salva-vidas, metendo sua cabeça nas bóias partiram em grande velocidade em direcção ao norte.

Em poucos minutos os barcos se separavam, e apareceu nos olhos de cada um uma pergunta....Para onde iremos???

Os que restaram no navio universidade ficaram atónitos; apenas Valdina tinha um pressentimento, que ali estava andava a mão de Tifa e o feiticeiro do mar.

Estes que ficaram no navio universidade se olhavam, com uma interrogação de incerteza e medo; as máquinas não trabalhavam, não trabalhavam frigoríficos e a comida se estragaria, porquanto tempos estariam, sem ser escorridos?

A noite chegou, viam-se luzes que voavam e um cantar tão sereno e mavioso, que todos no navio adormeceram, as sereias estavam com Tifa e um batalhão de enormes baleias.

Que com as cordas de fibra óptica de carvão vieram em socorro e iriam conduzir o navio a porto de salvamento.



Por: Armando C. Sousa
Próximo capítulo XX (?)