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Peles, Brincos, e Elas
Quando
eu era menino ainda me lembra da mulher como vestia, e da sua mudança
de estilo ate aos dias de hoje.
Minha
mãe usava uma saia até aos calcanhares, muito rodada
que de certeza o tecido daria para fazerem mais de uma dúzia
de saias de hoje.
Tinha
corpetes que vinham dos quadris ate de baixo do braço ao
feitio do corpo e eram apertados com cordéis bastantes fortes
para manter alinha.
Usavam
xaile e lenço de cabeça, sem duvida blusas de chita,
mas ao domingo vestiam de veludo.
Minhas
irmãs e amigas saia de godé ate ao meio da perna,
ou saia de preguiças, blusa de chita lenço durante
a semana ao domingo ja usavam véu, quem podia usavam grossos
cordões de ouro, minhas irmãs apenas um fio fininho.
Quando
cresci e principiei a namorar havia um misto de saia de godé
e umas sais que faziam as curvas das ancas mas ja a deixar ver a
barriga da perna toda, blusas de cores com dois bolcinhos ja a deixar
mostrar as formas dos peitos, mas ainda com plissas para não
acentuar bem as formas, as que eram mais avantajadas cruzavam os
braços para segurar nelas pelo menos ao passar por magotes
de homens.
Vieram
os vestidos cingidos ao corpo, os (junpsuits) as calças aos
remendos , esfiapadas.
E todas quase sempre perto das partes privadas para dar sensação,
nos moços quase sempre coçadas onde coçavam
os sacos...
Veio
a moda de as moças trazer pulseira nos calcanhares, e saia
pelo joelho, mas logo veio o mini saia, os olhos dos homens que
vinham da província principiavam a ficar vesgos, havia quem
as despi-se com os olhos mesmo ao passar.
Na
verdade minhas filhas que eram 4 nunca usaram mini saia, mas eram
despidas nuas por onde passavam, por esse imigrante portugueses
da província, o que talvez tenha sido o motivo de elas não
namorar rapazes portugueses, e tornar a família na mais internacional.
Depois vieram as marcadinhas tatuadas para serem conhecidas a que
fazenda pertenciam.
Vieram as blusas decotadas para se ver o vale e subida das montanhas,
fazendo os homens andar de cabeça a roda, o que dai talvez
fosse a causa de os homens se servir uns aos outros e nascerem os
gays,... digo isto mas não sei.
Então
para que se reparasse bem nelas, vestiram calcas uma mão
travessa acima das virilhas por vezes deixando transparecer alguns
peleiros pudicos, e a usar o brinquinho no umbigo para terem a certeza
que eram bem olhadas, dai nascem nas praias aquele fiinho que deixou
a mulher com pouco valor apaixonam-te.
Era
como ter o figo na mão e não ter forcas nos maxilares
para o comer, assim elas se tornaram lésbicas, mas ainda
fazem pior quando as oportunidade surgem.
Como
todos sabem no Canada existe caça as focas, 350.000 por ano...
e também devem saber que trinta anos atrás existiam
cerca de seis mil e agora apesar de toda esta caçada existem
cerca de 20.000 no largo de S. Lourenço, só nesta
saída para o mar, estas consomem cada uma, pelo menos 5 quilos
de peixe por dia,
Sendo
isto um equilíbrio ambiental acho justo que se prossiga com
a caça as focas; como os animais selvagem se alimentam de
carne, nós temos necessidade também da dieta de carne
e peixe, no peixe se encontra a tão falada omega 3 e o cobre
; mas se deixarmos as focas se reproduzirem o mar que esta a ficar
sem stoc adequado, em pouco tempo será um deserto de água
e algas.
Creio
para satisfazer essas meninas contra; teríamos de inventar
uma pílula para as focas, ou capar os machos.
Os
esquimós ficariam sem suas vestes preferidas, únicas
que combatem o frio a menos 50° celsos, ficariam sem um dos
seus alimentos preferidos, alem disso ficariam sem seu aquecimento
feito da gordura da foca que não faz fumo dentro dos iglos
e sem dinheiro para sobrevier nesta terra das neves eternas.
Ora
essas mulheres para mostrarem sua estupidez posaram-se nuas completamente
em frente duma oficina de vestuário de pele, com um grande
cartaz dizendo prefiro andar nua, e ali estavam elas sapatos de
taco alto feitos de pele.
Mas
nuas, todas elas seguravam lápis debaixo dos seios, tão
descaídos que estavam, seus peleiros rapadinhos para não
estorvar às lésbicas.
Entre
estas, estava uma, com duas peles que davam para fugas, umas banhas
que cobriam o pelo púbico, o que eu não me lembra
se eram todas loiras.
Meus
amigos; foi até onde chegaram as mulheres de hoje, espero
que elas voltem a ser o que eram na minha infância e os governos
e as escolas eduquem, estes degenerados que estão a pensar
nas focas mas esquecendo-se das galinhas e coelhos; ou das vaquinhas
e cabritos, da minha parte vejo essa gente como o cumulo da ignorância.
Por: Armando
C. Sousa
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