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Os Marechais da Humanidade
Este
meus amigos, este é um assunto muito difícil de mastigar
pelas éticas e crenças; sobretudo esperança
que ainda acredita.
Sempre
assim foi através dos anos e dos séculos, precisamos
de estar vigilantes.
Quando
escrevo não tenho o distintivo dos marchais, que todos se
vestem a rigor para impor sua autoridade, em que as crenças
de uma raça treinada em acreditar, os imputaram.
Depois,
esses marechais tem seus generais, com suas tropas que podem extorquir
a vida ou a honra de suas gentes deixando-as de joelhos gemendo
de dor, tantas vezes de fome, e com falta de um teto e de afecto
geral.
Todos
os Marechais vestem sua farda, seus barretes, a sua carapuça
serve para terem em respeito suas forcas.
Na guerra que foi anunciada como terminada 4 anos atrás,
por um dos grandes marchais.
Do
universo, este vestiu-se de aviador para aterrar num porta aviões
nos mares do médio oriente e dar como concluída a
guerra de vingança da mentira e do petróleo.
Tinham
perecido 41 soldados desse marechal.
Hoje
muitos milhares estão mortos, muitas noivas de luto, milhares
de mães a chorar.
Muitos
milhares sem pernas nem braços comandados por generais desse
Marechal louco que acredita ou simula que acredita, no rei supremo
das crenças que vão destruindo a fraternidade, para
dar lugar ao poderio e egoísmo.
Tudo
continua em guerra, a mortandade e enorme enquanto as diferenças
das idéias dos grandes marechais preexistir.
O
maior de todos os marechais veste-se de diferentes cores conforme
as ocasiões, tem uma mitra de 17 quilos de ouro safiras e
diamantes de todas as cores, embelezando a mentira com que dirige
suas tropas.
Seus
subordinados são os maiores corruptos, através do
mundo tantas mocas desfloradas, esses generais tantos meninos tornaram
em gays, abuso de seu lugar de comando.
Aqui,
na terra das neves eternas, muitos indianos (as) esperam um mínimo
de recompensa.
Por
tanto abuso que foram submetidos, por esses generais da religião.
Tantos
com o medo que a verdade do chicote os castigue ainda mais, encobrem
a crueldade feita a seus próprios filhos; ou esta e a única
maneira de sobreviver a toda a pobreza a que são expostos
pelos comandos.
Mas
o que se passou aqui nas Américas norte e sul ainda foi pior,
mas vivemos numa liberdade que o não pode ser sem lei.
Infelizmente
os nossos marechais escrevem as leis já corruptas, que corrompem
generais, estes corrompem seus capitais, que querem 50 vezes o mínimo
ordenado, deixando o trabalhador sem orgulho e estima própria,
para não ter vergonha da terra onde vive mergulha-se no álcool
e na droga, onde o leva ao crime do roubo e estupro.
Terminando
este no fora da lei, morrendo em tiroteio ou acabando de morrer
aos poucos.
Entre
grandes, levando com eles o desespero da família.
Do
outro lado da guerra os marchais são eles mesmos que desfloras
as pequeninas crianças, que ficam logo traumatizadas e seladas
com crenças e medos.
São
cosidas, e se tentarem descoser-se antes de um casamento podem ser
mortas á pedrada, com forme a seita e ao general a que pertencem.
Mas
estas não tem direito de deixar a seu coração
fervilhar, e escolher o par de deleite.
Estes
marechais vestem de rodilha grandes barbas vestes de ceda brilhante
e espada como símbolo do poder.
Outros
ainda, touca na cabeça, camisa branca comprida, barbas brancas,
quase sempre pintadas, para lhes dar ar de poder e bondade, ensinam
seus soberanizados a se matarem, logo que matem mais que um do outro
lado, tudo isto para que no final estes fiquem ainda alguns vivendo
e no comando.
Mas
a que deus obedecem esta canalha?...
Devemos
nós obedecer a estes Marechais?... Ou tomarmos esta causa
bem simples, como doutrina... O que não queres para ti, não
queiras para os outros.
Ama
teu próximo como amas a ti mesmo.
Esta
doutrina se a cumprimos não haverá ódios entre
a humanidade, portanto acabaram as guerras...
Mas
os Marechais do mundo querem poderio; mentindo querem que acreditem
como verdade, depois existe tanta covardia tanta hipocrisia que
leva o mundo a este estado de guerras egoístas, corruptas,
e sangrentas, então deveremos obedecer a lei do Marechealismo
ou a lei do Amar o próximo?
Por: Armando
C. Sousa
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