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No País da Neve VII
A
Trilha do Destino
Amigos
leitores... creio que bem se lembram que os nossos Heróis
Alípio e Eomina, antes de terminar o ano lectivo de doutorado
resolveram dar voz a seu destino: ir dar um pouco de conforto à
miséria, dar vida aquém se considerava de vida perdida.
Os
dois emanados com grande amor pela humanidade, queriam ir minorar
a dor.
Alípio
e Eomina eram duas mentes que se encaixavam hermeticamente, tornado
suas vidas num só querer, numa só paixão.
O
bem estar humano, e ir ver as maravilhas que alguém celestial
criara para todos os olhos, mas que apenas alguns poderiam ver a
magnitude e grandeza do universo.
Tantas
gentes ainda de portas trancadas ao progresso e a verdade.
Por
esse mundo fora, tantas mentes banhadas no seu egoísmo machista,
negavam a verdade do ser humano ao mundo; falavam apenas de deuses
que lhes convinha a seu viver...
Alípio e Eomina sabiam muito bem que o desafio seria perigoso
e requeria muito pensar nos preparativos, e nos meios para os adquirir.
Então
estes foram visitar o inventor do telefone cherry, que por sinal
e uma das mais sofisticadas invenções desta década,
juntamente com o disco de comunicação miniatura que
comunica através de sinais de laser, com os convencionais
satélites de comunicação.
Mesmo
que estejam nos mais remotos lugares do mundo, e o mais longe de
civilizações.
Este inventor equipou-os com o mais moderno e sofisticado meio de
comunicação em miniatura; as (baterias) duma potência
incalculável e duração nunca imaginável.
Uma
companhia de aparelhos cirúrgicos lhes ofereceu o indispensável
para se fazer milagres no meio do deserto ou nos vales das montanhas
do Himalaia.
Entre
estes aparelhos, um termostato de desinfecção ao rubro,
seja vermelho a queimar.
A mais sofisticada companhia de electrónicos lhes ofereceu
painéis de energia solar desdobrável e de enorme eficiência,
e durabilidade, apenas a luz do dia seria capaz de carregar o deposito
(generador) para uma noite de uso de meio kilowatt consecutivo,
Lanternas eléctricas das mais sofisticadas, e com elas canetas
laser, podendo com elas neutralizar um agressor por horas.
Nossos
heróis não poderiam levar uma farmácia com
eles, mas lhe foi ofertado muito frascos de 100 mililitros de penicilina
dentro de uma caixa com gelo artificial para conservação,
e um pequeno laboratório para examinar micro organismos...
Com
eles levavam muitas pastilhas de desinfectantes concentrados, poderiam
ser tornadas em (hydrogene peroxide).
A
policia de Sadbury ao ter conhecimento das intenções
dos dois jovens Drs. Querendo associar-se, e fazer parte das boas
intenções, ofereceu ao casal, um fato termal com as
características dos fatos de astronautas.
Alem
disso duas pistolas de raios neutralizantes ou mesmo mortíferos
dependendo do tempo de carregar no gatilho.
Alípio
e Eomina usaram muito segredo nos seus preparativos, mas todos os
estudantes sabiam de suas intenções.
Numa
festa de despedida da universidade, que coincidia com a queima das
fitas, festa brincalhona estudantil... muitos de seus colegas prometeram
o valor de um café por dia, para a causa de Drs. Sem fronteiras.
Sim,
mas este dinheiro seria gasto apenas pela descrição
de Alípio e Eomina.
Os
pais de Eomina e Alípio juntaram-se diversas vezes, mas as
duas gémeas não estavam inclinadas a se apaixonar
pelo irmão de Eomina, rindo-se, diziam, porra que este e
cabeludo de mais, cheira sempre a chibo.
Os
pais conversavam e sentiam pena de ver seus filhos partir para lugares
que nem o diabo conhecia.
Estes
poderiam ficar aqui, abrir uma clinica nas horas depois do estagio
no hospital e serem felizes juntos aos pais e irmãos, ter
meninos para nos estragar e mimar.
Mas
estes, no fundo aceitavam a trilha que o destino traçou a
seus filhos e quanto outras gentes iriam beneficiar do seu saber
e determinação.
Chegou
a ultima noite antes da partida dos pais, que a mãe natureza
com sua descarga de neve os juntou, esta foi doce no juntar estes
dois corpos amarrados pelo amor do destino.
Próximo capitulo VIII
Última Fronteira
Por: Armando
C. Sousa
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