No País da Neve XI

Deus ou Engenheiro


Assim que desapareceu aquela ovelha fora do vulgar, levando a mulher aos empurrões e barafustando toda a aldeia com suas crianças principiaram a brincadeira, mas antes algumas mulheres receberam o seu primeiro beijo em publico sentiam-se os arrepios de prazer e Eomina e Alípio desfizeram-se em urras, vivas e palmaria.

Estas depois de mostrar aos maridos a prenda oferta de Eomina, e estes de se remirarem, mostrando seus dentes com falta de limpeza.

Foram horas de alegria como podes imaginar num (pick-nick) de churrasco.

Alípio tinha terminado de instalar seu disco satélite.

E seria hora de lançar SOS... através de seu (Black cherry)... este SOS foi recebido pelo inventor no seu escritório na sua companhia no Paquistão, o inventor ficou radiante, de uma satisfação inimaginável ao ver o paralelo de altitude e longitude donde foi lançado esse apelo, este reconheceu que sua invenção trabalhava, mas seria preciso uma central de distribuição... este imediatamente se pôs em contacto com Bill Gaets que prometeu resolver esse problema e colaborar nas necessidades Do Nosso Medico Engenheiro ou como diziam aquelas gentes do fim do mundo, nosso Deus da luz.

Foi lhe pedido para escrever o que deseja, porque o seu SOS foi interceptado... agora deveria expor o motivo de seu apelo.

Este foi mais um grande passo para a ciência, para a saúde, e em parte estava vencida a grande solidão.

A humanidade no mundo ficaria mais perto.

Alípio descreveu a seu bem feitor a grande necessidade da ferramenta essencial de construção, ao mesmo tempo, que necessitava dum rolo de plástico, um trado em partes para abrir canos de troncos de arvores finas e bambu.

Entretanto a fossa que pediu aos homens para abri, desta vez a mandou revestir a argila.

Foi revestida e no fim feita dentro uma enorme fogueira para coser a argila, ficando a fossa quase impermeável.

Depois pediu para a encher de ramas verdes e todo os estrumes derivados dos (yacks), uma espécie de bois que se adaptavam ao frio e clima montanhoso do k2.

Depois de tudo cheio, foi coberto com lama, selando assim os gazes.

Todos os que se encontravam feridos foram tratados.

As sementes das ervas destinadas a chá que seria os medicamentos daquela gente comunitária principiaram a germinar e a crescer.

Bill Gaets pediu ao governo paquistanês para lançar sobre aquela gente, as ferramentas pedidas por Alípio.

Assim continuaram a construir habitações decentes mesmo sendo janelas de plástico para entrar a luz do sol.

Mas quem se não esqueceu e sua raiva aumentava por ver as mulheres sem burca, aquelas que ele desflorou em meninas, e continuava abusando, ate ao dia que Eomina lhes abriu os olhos.

Um dia que a gente da aldeia estavam todas a abrir fossas donde haveriam de extrair gás tutano.

Este malvado vestiu uma burca, e deu um grande safanão no filho que ficou de olho negro, e vai de o levar a Eomina para o tratar.

Esta desconfiou desta mulher tão grande, ao examinar a criança pegou numa caneta laser, daquelas destrutivas.

A nossa Doutora pegou na criança olhando para o pequeno espelho que ficava sempre na mesa de consulta, e desta maneira viu este a levantar a burca e com seu enorme pénis vai de querer forçar a nossa heroína amiga.

Esta agarra o pénis com uma mão, com a outra vai de lhe cravar a caneta descarregando o laser que o atravessou, deixando-o de pénis cosido que em poucos dias aquela parte cairia de podre.

Este correu com dores e se embrenhou no meio dos arbustos, pois sabia que seria linchado pela gente da Aldeia.

Eomina reunindo todas as mulheres da Aldeia contou o sucedido, dizendo uma mulher pode estar nua, mas não e carne de todo o machão, e será assim que tereis de fazer.

Alípio ao saber o sucedido com os homens da aldeia foram procura-lo no meio da floresta...


A seguir capítulo XII

Chegou Ajuda

Por: Armando C. Sousa