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São Martinho e a
Associação Migrante de Barcelos
Este
Clube formado por gente oriunda do baixo Minho, Distrito de Braga
e do conselho como o maior numero de Freguesias no país,
Barcelos; trouxeram com eles fortes tradições e cultura,
onde o relacionamento com danças cantares, se transforma
em convívio de alegria; nesta muito suma maneira de viver
o São Martinho; levaram para um grande salão o riso
e boa disposição, maneira sadia de envelhecer com
as rugas do riso, as mais bonitas em todos os rostos; depois do
jantar com José Mário no leme do Microfone anunciou
primeiro para matar saudades o Conjunto Recordações
da terra, composto quase por membros da Associação
mas não ligados à associação, reviravam
saudades de musicas passadas. Seguidamente Vindo de Portugal Joaquim
Caixeiro, mais conhecido por Quinzinho; este abriu o Tabu que todos
os adultos bem conhecem entre quatro paredes e porta fechada.
Este foi um contar de anedotas sem fim, musicadas pela sua maneira
de poeta humorístico, nunca visto até hoje nestas
paragens Torontinas, no que diz respeito à língua
Portuguesa a conversa era direta sem rodeios.
Depois, o Cardoso foi formidável; um grande número
sem duvida, tantas anedotas, a do sexo a vapor, a dos provérbios
, caçada Africana, caçada ao urso, os poemas dos Alentejanos,
os cães Lisboetas, as Mulheres Alentejanas, o (calambeche)
Fiat, a pássara que voa mais alto, Prova de Natação,
os Tomates e o principio da dança.
Sempre musica e piadas de partir a moca; uma noite inesquecível
para os Presentes; desta maneira alegre, que a vida tem mais significado.
Dia 13, entre o fado e o convívio, escolhi o estar entre
minha gente o Quinzinho e os petiscos que apenas se encontram onde
se encontra a amizade e o sorriso.
A sala da Associação de Barcelos foi muito pequenina
para tanta amizade, e para tanta alegria.
A tarde foi passada ouvindo Quinzinho e seus poemas (Bocajeiros),e
mesmo músicas natalícias, com suas saídas diretas
e quase inéditas; faziam partir a moca.
O artista escolhido para uma farra como esta de São Martinho,
não poderia ter mais acerto. Todos regressaram, mais maduros
e com o frasco de tabu aberto, e de certeza com melhor disposição
para iniciar mais uma semana de trabalho, voltando na próxima
festa para mais convívio, mais sorriso e mais carinho.
Parabéns Quinzinho!
A toda a direção, mas em especial ao presidente Carlos
e à Graça, diretora das relações, um
grande obrigado pelo convite e o fino trato, assim vale a pena servir
a comunidade.
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