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Cataclismo
Amigos
poetas, queria escrever o que me vai na mente, mas tenho medo de
me faltar palavras certas.
O meu pensamento está mesmo cheio de coisas que podem acontecer
Tenho medo que para muitos de vós não faça
sentido
Amigos, vós sois para mim, muito importantes
Sois o sentido de meu viver, sois a minha alegria, sois a minha
vida
Sem vocês amigos como seria este universo?
Podeis crer que vos amo mais que a todos os Deuses, menos um...
Esse um, eu conheço-o; é o que nos faz viver; dele
recebemos pão, água e ar, a beleza das flores e dos
passarinhos e tudo a voar.
Amigos, é tudo maravilhoso... mas sem vocês!?..
Que faria eu aqui sozinho a comprar e a vender?...
Chegaria para mim uma fonte de agua fresquinha e limpa...
Um campo que eu podes-se cultivar meu pão
Podeis crer, que daria todo o resto ao egoísmo.
Mas
amigos, se foce só isso estou pensando num cataclismo que
pode acontecer: mas claro que pensamos, este poeta não o
seria se não fosse demente, eu amigos, por mim, prefiro esta
demência e poder escrever poesia; nestes meus dias por aqui,
viver com alegria.
Amigos, no sonho desta noite debatia-me com a Mãe Natureza.
A sonhar
sim, mas chamei vilã à minha deusa...
Mas quem não tem dito blasfemas?...
Dando viravoltas na cama ouvia, foge antes do cataclismo chegar
Fazer aqui o que tenho feito através do universo, fazendo
cemitérios comuns.
Quero fazer
aqui um terramoto, destruir as estacões de fabricar energia
nucleares, os rodes de petunio as libertar, inundar a agua com radiação,
fazer o ser vivo morrer que a beber, as centrais aquecer e derreter
em radiação... ninguém poder trabalhar, ou
andar;.. pontes destruídas, carros e camiões parados
sem poder seguir, nos hospitais todo a morrer.
Na cidade
destruída tudo escuro e sem comer, as estradas bloqueadas,
uns aqui outros ali padecendo ate seu final.
Depois as
epidemias que vão no vento que desde já esta cheio
de microorganismos nocivos.
Olha, foge
já... nestes arredores voltareis a meu ceio...
Quero vos ensinar... tudo que aprendestes o deveis respeitar
Acordei aflito com que a Mãe natureza me estava a dizer
Chamei-lhe Vilã voltei a adormecer.
Por: Armando
C. Sousa
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