Água Sagrada II


Depois daquela noite de sexta-feira dia 13 daquele mês de maio duma época em que o medo das bruxas e lobisomens ditava leis e lendas; os astros se juntaram para transformar a serra da noiva, no que se pode chamar hoje a serra da água sagrada.

Aqui vamos seguir a continuação de que como foi transformado esse pequeno planalto serra cheio de carvalhos e pirilampos, onde se realizava o baile das fadas e duendes. No meio destas as bruxas e lobisomens se regalavam numa noite de orgias enquanto o cornudo dormia debaixo da influencia da reza da bruxa.

Que dizia assim: eu te benzo brasabu com as faldas do meu Cu, enquanto eu não gozar e a sapa consolar não acordas tu.

Ao rebentar a cabeça da serra e os penedos rolarem mataram todos os mortais, que eram as bruxas das aldeias vizinhas e seus pares bem cientes da magia negra; mas as fadas essas continuaram seu baile voando e driblando os penedos, os carvalhos quase ficaram submersos, a transformação da montanha foi enorme que ficou irreconhecível, mas mais acessível aos lugares de pastorícia para os animais, com água correndo e cantarolando ao descer como veias de sangue dando vida a tudo por onde passa.

Ao outro dia depois dos galos cantarem, a lua se esconder envergonhada, o sol romper sem o estorvo da cabeça da noiva, a neve derreter ao encontrar os riachos e o cheiro a terra molhada.

Toda esta água se transformar numa grande queda em cascata que se vinha transformar num lago de boas dimensões com as margem cheias de flores exóticas onde os pássaros teimavam em sobrevoar dando mais graça ao lugar paradisíaco.

Um dia a rainha do lugar que passava momentos com o capitão da guarda real quis a cachoeira só para ela mandando retirar todas as mocinhas do lugar que não tinham outro lugar para se banhar e lavar, essa cachoeira veio quase como um milagre da natureza.

Um dia depois de fazer amor com o Capitão da guarda a rainha entrou dentro da agua que á medida que entrava a água se tornava em sangue.

Esta muito alarmada saiu e viu a água tornar-se outra vez cristalina.

Esta mandou chamar os sábios do reino para lhe explicar o fenómeno.

Um dos sábios disse, verdade ninguém sabe, mas esta cachoeira nasceu numa sexta-feira dia 13 e a montanha se transformou para castigar as bruxas, e a agua tingida de sangue, tem alguma coisa a ver com a honestidade...

A rainha, naquele momento arrependeu-se e disse ao sábio que nunca descenda-se o segredo que iria procurar fazer os homens e mulheres mais honestos.

Isto porque a água a se tornar em sangue o seu companheiro ficou com o pénis como uma florzinha no meio das bolas.

A rainha chamou as mulheres da aldeia prometendo uma bolsa de dinheiro a que fosse seria para seu marido, a que não fosse e o enganasse receberia três chicotada na bonda

As primeiras mulheres entraram na cachoeira e a agua ficou cristalina, mas veio a mulher do capitão que a água se fez sangue, demostrando que ela não era mulher que chega-se para o marido, e portanto apanhou três boas bordoadas na bunda que por sinal era gordinha.

As rapariga da aldeia podiam demostrar a sua virgindade; as namorados entrando nuas na agua da cachoeira e a água ficando cristalina demostrava a pureza da moça ou a honestidade da esposa.

Assim deram o nome, a montanha da água sagrada, cada ano no dia 13 de maio avia a festa da virgindade. De todo o mundo vinham homens e mulheres para demostrar sua fidelidade e amor pêlos companheiros de prazer e vida.

As moças eram orgulhosas de entrarem na agua sagrada se desnudar dentro dela e mostrarem que a honra não é como a água, partindo não volta mais, ao passo que a água se parte e se junta outra vez, os namorados, esses não queriam entrar na cachoeira.

Com medo de tornar o pau em flor...


Por: Armando C. Sousa