Será hipocrisia ou amor?
Fazem
doer os ouvidos e mal aos olhos tanto que vimos e ouvimos da catástrofe
nessa zona que se fez sentir o tsunami ou seja o terramoto no
mar que enviou ondas de destruição morte e dor.
Mas também muita hipocrisia e interesse, uma enorme oportunidade
de se mostrarem ao mundo, mas também uma onda de amor nunca
sentida nos nossos dias; mas é inacreditável que
esse mesmo amor se tenha esquecido dos cerca de um milhão
vivendo num acampamento no Sudão, sem água e sem
comida, sem meios higiénicos, caindo mortos milhares por
dia, e sempre as crianças sem se poder defender são
as mais atingidas; o mesmo sucedendo na Etiópia, na Malásia,
no Congo e em mais nações Africanas.
Desta vez, tarde, mas mesmo assim a imprensa e o governo ainda
conseguiram mobilizar a compaixão da gente canadiana, claro
com interesse pessoal político, pode-se ver, o mesmo acontecendo
com outras nações onde o interesse de venda esta
bem patente, sabemos bem que a gente cheia de sida, sem forças,
sem dinheiros para compra não interessa ao capitalismo.
Verdade
que faz dor ver certas imagens, e o coração se compadece;
mesmo seja qual religião for, mas amigos, vou perguntar.
Em
1755 Lisboa foi batida por um terramoto seguido dum Tsanami com
ondas de vinte metros de altura destruindo Lisboa e Parte do Algarve,
deixando 100.000 mortos; quais foram as ajudas que Portugal obteve
nessa ocasião?... apenas a determinação de
um homem de ferro que ordenou enterrar os mortos e tratar dor
feridos; mais tarde vinte anos foi iniciada a reconstrução
de Lisboa com as linhas ainda hoje bem marcadas, e os azulejos
belíssimos; esse homem chamou-se Marquês de Pombal,
mais tarde mandado exilar no seu próprio castelo de Pombal
por uma Rainha de vota dos Jesuítas.
Nesse
tempo os Portugueses, Mouros ou Judeus considerados cristãos
novos, que imigraram para Hamburgo por não estarem de acordo
com o cristianismo, diziam o terramoto Tsunami em Lisboa foi castigo
do nosso Deus, o que demostras que todas as religiões se
valem dos seus deuses para dar vós ao seu ódio.
Hoje
a área metropolitana de Lisboa tem cerca de 2.6 milhões
de pessoas, mas Lisboa ela mesma cerca de meio milhão...
O
que quer dizer que essa ganga que estão ligados aos mais
horríveis crimes entre eles a praga da igreja de que nunca
mais teria fim, (Creio Que Santa Engrácia?)... e ainda
não teve fim até aos nossos dias.
Enfim
esta desgraça tem sido explorada por diversas religiões,
as ligadas ao cristianismo dizem... Estão chegando os sinais
para cristo estabelecer o seu reino; eles dizem; Jesus garantiu
que os terramotos frequência e intensidade à medida;
que esta velha terra se preparasse para o final...os Budistas
dizem que o filho de deus está para chegar; os Judeus dizem
que estará bem perto a hora de chegar o messias. Os Islã
dizem que vai chegar o verdadeiro profeta...Etc Etc.
O digo eu? que a Mãe natureza está a tremer com
a mesma intensidade como o fazia milhares de anos atrás,
esta lengalenga existiu toda a vida, e foi explorada por todas
as crenças, duma maneira ou doutra.
Meus
amigos depende onde se lê mas os números de mais
inflação são sempre os dados das testemunhas
de Jeová
Como
exemplo século XIX 41 terramotos 350.000 mortos... enciclopédia
Americana diz século XIX 90 terramotos mais de 200.000
mortos ;..na China em 1970 morreram mais 750.000, outra vez na
China em 1976 mais 655.000 também morreram muitos no México
em 1985... no Japão em 1995...no Peru em 31 de maio de
1970, foi uma das maiores catástrofes da historia, no Peru
, Yungay desapareceu debaixo de uma massa de gelo e pedra de um
km.
E mais de um e meio de comprido, que desceu do pico a uma velocidade
de 330 Km enterrando a gente desta aldeia viva...a cidade de Pompéia
no ano 79 depois de cristo desapareceu pele erupção
do Vesuvio.
Como
ia dizendo, Yungay destruição foi uma catástrofe
quase que nem falada com 30.000 mortos, porquê? Porque era
um pais chamado do terceiro mundo.
No
Irão em 1990 com 40.000 mortos 60.000 feridos e meio milhão
sem abrigo .
Na
Turquia em 1939 cerca de 30.000.
Mas
agora vamos falar dos tempos antigos e das suas calamidades...mesmo
sabendo que não existe veracidade, mas apenas rumores,
como o desaparecimento da Alantida cidade dragada pelo mar..
No
ano 532 AD Síria sofreu 130.000 mortos; Irão Qumis
Damghan 200.000: Índia no ano 678 AC Ardabil 180.000; Egipto.
Síria 230.000; Ato Egipto Síria ano 1138 AD 1.100.000
um milhão e cem mil; Irão Gansana 893 AC 230. mortos;
China Chihi ano 1139 AC; em 1290 AC também na China 830.000...
Houveram muito mais terremotos reportados com mais ou menos mortos,
dependia se seria lugar de densa população ou lugar
deserto, as estatísticas de uma percentagem de mortos por
ano relacionados com sismologia desde os anos antes de cristo
até à nossa era, é de 2.200 por ano; em media
e desde o inicio da nossa era até hoje, cerca de 3.000
por ano...
Estes
foram alguns números que li na net em terramotos e factos
históricos.
Desta
maneira quer dizer números equivalentes dado o maior numero
proporcional da nossa era.... o que quer dizer... é esta
maneira de ser da mãe natureza, o que não quer dizer
que os actos do homem não vão modificar tudo.
Eu
por mim penso que extraindo a gasolina toda da terra, deixa esta
como um ovo vazio com possibilidades de poder desequilibrar os
eixos, ao mesmo tempo o queimado do gaz. formar-se numa redoma
de gazes e carvão que nos vá aniquilando com falta
de ar puro.
A
mãe natureza fique sem meios de purificar a água
que nos faz mal. E envenenarmos... Isto e que se vai tornar num
castigo feito por nossas mãos.
Portanto
somos nós que deveremos por nossa mente, a deitar pensamentos
puros, como uma fonte de agua límpida; a maior parte da
gente só retém ideias em um pequeno tanque, cheio
ao cântaro, e nesse tanque deixa estagnar essas ideias até
cheirar mal por nunca ser mudada.
Esta
gente conta e volta a contar estas, estupidezes que levam as gentes
ao caminho do medo, ainda dizendo tenho esperança... Todos,
todos nós sabemos que a esperança não é
esperar; mas sim caminhar até chegar o nada.
Mas
enquanto por aqui andamos o nosso maior Deus deve ser igualdade
e amor
Por: Armando C. Sousa