Na conquista do sono

 

Batalhei na conquista do sono para meu dormir, assim ganhei os sonhos; acordei, e assim acabou a realidade do que sonhava, isto neste momento, mas acabaria para sempre?

Por agora ganhei a manhã e pode acontecer que ganhe o sol depois do raiar do dia; e com isto, os bens que o sorriso me pode dar.

Gosto de ver rugas sorridentes, e lábios que se abrem com dentes branquinhos denunciando estima; para mim esta atitude tem a parecença de castelos de estrelas que sorriem para todo o firmamento, dando ao infinito tanto encanto com seus diamantes de cores cintilantes.

Amigos, um sorriso pode conquistar o ar superior do orgulho que se possa instalar na face de alguém nesse dia para ver passar a dor.

Quantas vezes o sorriso pode arrancar alguém de dar falsos passos, entrar nesse alguém o fazendo voltar à realidade da vida.

Oh sim, ao acordarmos do sonho perseguidor; devemos deixar brilhar o Maximo de satisfação pelos momentos que vivemos sem dor.

Sorrir é uma coisa que só o pode fazer quem vive, e se temos alguém a nosso lado, nossa satisfação é ainda muito maior, termos alguém para compartilhar dos nossos momentos passados antes de chegar, o rir é satisfação que não existe se não viver.

Voltando há conquista do sonho, por vezes é doloroso, ou mesmo maravilhoso dependendo como o queremos interpretar.

Ou se mesmo tem interpretação.

Um dia destes sonhava com romãs; mas sempre que conseguia chegar uma; caía e acordava antes que descesse da arvore... Não sei como posso interpretar esse sonho, pois o propósito era de dar a romã a uma pessoa que muito amava na realidade da vida e do sonho.

Acabei por me levantar ao meio da noite por não poder conquistar esse sonho que havia em meu coração alguma coisa de bem faze a esse amor criado na virtualidade; gora vivia neste meu dormir, onde o coração não deixava completar o sublime; a alegria de viver e o gosto pelo vôo nas nuvens branquinhas e macias desse viver na magia onde subia a essa arvorem muito alta, quase nomeio das nuvens a que voava; mas a descida era queda busca e me arreliava.

Para mim a alegria de viver é o gosto de compartilhar com alguém do meu viver; não gosto de viver sozinho, ninguém, pode ser feliz se não houver doação de carinhos.

Será verdade que o egoísmo é feliz?... Sim... À sua maneira; esses, a felicidade chega do modo como vêem sofrer os seus semelhantes, alegram-se com seu cinismo.

Coitados esses morrem sempre miseráveis, sem à sua volta um lamento de despedida ou saudade saído dum coração que conheceu o vil, vil alegria desse ser.

A vida é composta de alegrias e tristezas, a alegria vem no momento que nosso desejo nos leva ao lugar certo de as realizar; nesse momento o sorriso abre-se de satisfação, mesmo sem companhia, mas pensando que alguém se possa sentir feliz, sabendo-nos felizes.

Se crença existe em nós do descrever do sonho, e desta vês estamos sonhando com amoras ou uvas docinhas e pretas, logo ao acordar esperamos noticias alegres, porque se forem noticias de lagrimas sonharíamos com uvas brancas.

Ainda outra crença do sonho incutida na mente de criança, era a do sonhar que nadava numa foca de (trompa) ou merda.

Esse sonho lhes traria riqueza, e a pobreza era tam grande que sempre gostaríamos de sonhar. Com isso...Pobre mentalidade aquela que enraizavam em nos; contentes porque era naquilo que vivíamos;

Esta historia de interpelar dos sonhos é falsa "mas" emotiva; quem acredita pode-se sentir feliz mesmo com sua própria infelicidade.

As tristezas surgem talvez para entrar em nós a razão das perdas que a mãe natureza nos doou através de todo o universo, por um certo numero de horas, meses ou anos, estas coisas que recebem nossos olhos tanto prazer nos dá durante nossas vidas.

Todo isto talvez para refletirmos no empréstimo de tempo que fizemos para ver alguém feliz. Esse alguém desapareceu; o destino o levou; este deixou de viver entre nós, foram-lhe emprestado 86.400 segundos por dia, mas quase todos partem sem tempo de gastar os segundos do ultimo dia.

Terminou o fado do seu destino; que é a sorte, desde o nada até à morte.

Então devemos compreender que andamos cá com tempo emprestado, assim como todas as coisas com tempo definido.

Na nossa viagem ao nada, nada levamos; apenas nos deixam por caridade alguns trapos para cobrir o que éramos antes de ser cinza, ou microorganismos.

Por algum tempo podem ficar de nós saudades, mas mesmo essas tem os segundos contados, quando o sono não mais tiver vida....


Por: Armando C. Sousa

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