|
O meu Canadá
Depois de uma noite turbulenta de sonhos
e pesadelos, rondando cenas de minha infância, onde se ouvia
as maiores atrocidades, a fome que assolava toda a gente da aldeia
onde meu mundo não era maior que do que aquela serra mais
alta mesmo encostadinha ao céu, e onde terminava o horizonte.
Desta vez acordei caindo abaixo da cama, cedo e aflito, trazendo
sobre mim um destino do meu Canadá, onde cheguei quase a
meia idade para dar pão a meus filhos à minha mente,
e fazer a minha esposa dar-lhe mais tranqüilidade.
Mas nos meus sonhos vivia a mesma vida de fome e sem medicamentos,
onde os doutores não sabiam mais que receitar bicarbonato,
em forma de (eno) uns poses de alvaiade com azeite para fazer de
untadura, e umas ásperas, hoje aspirina.
E pronto, seguir os chás caseiros, e se morresse tocava o
sino.
Foi assim que acordei aflito com o meu Canadá, e gritava
a todas as forças de meus pulmões, não , não
é este o Canadá que quero para os meus filhos e para
meus netos.
Gritava dizendo não, a um Canadá, governado por gente
que abraça ideologias de Bush, ou Rumsfeld, que não
querem que a mulher seja livre de escolher, onde a hipocrisias das
religiões continuam governando, e rejeitem o colunar, que
haveria de minorar o sofrimento à humanidade enquanto atravessamos
esta fase que se chama vida.
Enquanto aqui tomarmos conta do que nos foi emprestado, a (Natureza)
e não a destruir
Eu não queria um Canadá onde se encontrasse um ninho
de bombas teleguiadas para fazer guerras das estrelas.
Meu Canadá: Canadá de meus filhos e meus netos, gostava
de o ver mais igual e com liberdade de escolher; se a mulher gerava
um filho que haveria de nascer doente, e destruir a sua vida e a
vida de seu pai e família, ela, a mulher ter direito a suas
decisões e tomar conta das conseqüências, mas
seria preciso mais educação, e um meio de preservação
da saúde;
Meu Canadá não queria o ver a enviar homens e canhões
para combater terroristas…
Mas sim enviar caminhões de trigo e batatas para combater
a fome, enviar soldado para ensinar tanto ignorante, e desprovido
de escola, lápis e cadernos (não queria ver mais ninguém
a escrever na areia) enviar caminhões de preservativos, para
ensinar essa gente a evitar de nascer tantos milhões de crianças,
para morrer há fome, ou com mesmas doenças AIDES que
dizima aldeias inteiras, sem que chegue ajuda que mude o viver em
esperança; eu preferia viver num Canadá que recebesse,
obrigados dessa gente, em vez de pragas, e ameaças; mas nunca
ouvir ensinar as gentes a criar mártires, e morrer para matar,
ensinando-os que os leva ao paraíso; não queria ver
meu Canadá com escolas ensinando os interesses de seitas,
mas sim uma escola única, com um lema o caminho do saber…
Não queria ver meu Canadá a obedecer aos interesses
sanguinários de outros países; ver meu Canadá
a fazer contratos que os outros países nunca respeitam porque
são mais fortes.
Não queria ver minha gente em meu Canadá sem interesse
em eleições por saber que os políticos não
tem credibilidade nas suas promessas, que o eterno sacrificado é
sempre o que menos pode; o doente, o velho e o que ordenado o condena
sempre á eterna pobreza.
Tanto amava ver os políticos e os industriais, juntos entrar
numa colônia de ferias e fazer-lhos viver por um mês,
com o ordenado mínimo, eles terem de pagar gasolina para
seu carro ou deslocar-se a pé ao lugar de trabalho.
Manter-se dignamente, dar-lhas a seus vícios e as sobras.
Claro que gostava de ver os votos obrigatórios com listras
democráticas, e os futuros MP ser eleito pelo povo e não
apontados como ultimamente o fazem em certos casos.
Sofri o verão passado com o apagão, e o custo da electricidade
a dobrar para manter os lordes da política com uma dúzia
de milhões ao ano; passeio à custa dos nossos tax
e devaneios, entre a podridão dos governantes.
Mas a verdade é que apenas o NDP. Fala numa política
capaz de limpar a natureza com um programa de energia renovável,
onde o ar de nós todos poderia fabricar energia capaz de
fazer crescer bananas neste país das neves eternas.; o sol
ser aproveitado para fazer outro tanto e decrescer a quantidade
de nuvens de fumo tare e sulfuro, que nos faz sofrer com o chamado
(Green Housse,) matando-nos o ar que respiramos e desta maneira
respeitando o contrato de Sioto.
Mas a verdade é que os industriais iriam opor-se a políticas
deste partido e guiar Canadá outra vez á miséria
como o fizeram a Bob Ray…quando governou; destroçando
assim uniões que nunca mais recuperaram completamente, e
assim o pêndulo das uniões que fazem a nossa economia
emergir da pobreza, oscilar com governos como o foi de Mike Herris.
Poderemos nós confiar nas promessas de Paulo Martin?…
mesmo esquecendo-nos dos escândalos originados para conservar
Canadá costa to costa to costa ?…sem separações?…
Bom o meu problema é que ele poderia governar por cerca de
ano e meio, e demonstrar que era capaz de o fazer, mas preferiu
prometer, e esperar que confiássemos nas suas promessas,
esquecendo-se das grandes mentiras que o governo liberal do Ontario
nos impingiu, enterrado sempre o trabalhador sem contemplações,
nem respeito por suas promessas e por si mesmo.
Mas na verdade deveis votar no partido Conservador?… deitai
sentido aos ideais e criticas feitas quando o país disse
não à guerra no Iraque…. Devereis deitar sentido
ao continuar com um Canadá costa to costa to costa. ? estarão
eles estão preparados para guardar Quebec parte do nosso
Canadá?… procurai ler entre linhas…
Devereis deitar sentido à liberdade de escolha da mulher,
deitar sentido na liberdade de armas em todas as mãos; eu
creio que as idéias deste partido que deverão dar
certeza a vossas decisões, mesmo que muitas vezes dissemos
que qualquer partido é melhor que viver nas mentiras que
nos tem governado, devemos dar outra vez uma olhadela.
Verdade que eu gostaria de viver neste país de wains greskys,
de Celina Dion de Sania Taywan, neste país de Marco Granou,
neste país do homem que inventou a insulin, neste país
onde se podem falar 200 línguas e dialetos. Mas gostava de
viver também num país que não desse razão
à hipocrisia; não autorizar ninguém na vida
normal de cada dia a fazer parada de suas crenças ou costumes,
sermos um Canadá de igualdade, e as nossas diferenças
ser apenas mostradas em dias de festa e de demonstração
de culturas.
Não tenho nada contra outras culturas, mas ensiná-las
apenas no sossego de seu lar, não nas escolas ou usar a palavra
discriminação para promover sua religião, como
no caso do turbam e adaga no exercito, pela parte dos Sikes ou professora
cobrir a cabeça nas escolas promovendo sua preferência
de religião Islâmica.
As duas minorias do Trudow governamento foram para mim os melhores
anos de progresso à procura dum mundo de ciência, onde
ainda temos como recordação a famoso.
Braço Canadiano… amigos, fazeis um exame de consciência
e votais por um Canadá que gostavas de ter para vós
mesmos… mas votai… e que eu não continue a sonhar
nas misérias de minha infância…
Por:
Armando C. Sousa
armando.sousa@rogers.com
Enviar
a um amigo
clique ao lado!!!
| |
Voltar |