Comunidade Dia das Mães

Casa do Alentejo

 


Tudo teve inicio em 1908 quando uma menina de tenra idade lhe morreu a mãe, e ela ficou com uma irmã ceguinha, e assim as saudades da mãe foram enormes que escreveu.

Para uma mãe Rosa, Teresa, Lúcia ou Maria, para uma mãe Felicidade; para uma mãe jovem, para uma mãe velhinha, rico ou pobre, para uma mãe Sozinha, para uma mãe de muitos filhos, ou uma mãe que o filho não chegou, para uma mãe que o filho já partiu, para uma mão que passa anos a educar o filho que não é seu, para vós mulheres que esperais vossos filhos, noites sem dormir, e eu digo hoje para a mãe de meus filhos e para vós mulheres mães da vida, meus beijinhos e feliz dia das mães.

Então a Casa do Alentejo que é um pedaço das nossas raízes que crescem deste lado do Atlântico, mais uma vez se associou a este dias para oferecer às mães que quiseram estar presente um formidável Jantar e um magnífico espetáculo;

A casa do Alentejo é um marco de encontros, mesmo que não querem estar presentes em espetáculos, a casa da lareira, ou a fonte da musica são sempre sítios de reencontros, ao refrescar duma cerveja, esta casa pelo muito que faz pela cultura deve estar sempre ma mente das nossas raízes.

Neste dia da mãe o espetáculo foi magnífico e bem dividido, depois das boas noites de abertura da Via Raposo, esta leu poemas chocante a sua mãe e mães de todo o mundo, o rancho infantil, desta casa atuou maravilhosamente, tornando a noite de suas mães em alegria, o grupo de jovens da KIPAPO estiveram muito bem, o grupo de ginástica ritma é sempre uma parada cor ritmo e coreografia que encanta, Sara Ferreira, uma jovem da nossa comunidade, dedicado a toda a mãe do mundo, cantou na Cova da Iria, depois Paixão ou não, Ilidido Vilela outra voz que conquistou o segundo lugar no festival da canção, esteve muito bem no bandoleiro, Canção premiada e uma canção de Joselito que posso dizer foi cantada em Portonholo, mas sua voz superava a pronúncia.

Resta-me agradecer a amabilidade da direção pelo trato, tendo partindo ao intervalo por me ter faltado o pé direito; minhas filhas tinham-no retirado, para dar a mãe uma noite de convívio entre tantas mães, bem hajam!

Por: Armando C. Sousa

armando.sousa@rogers.com
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