Reencarnação do Poeta

Capitulo VIII

Pura imaginação

 

Ana na sexta-feira passou um dia maravilhoso com suas crianças no hospício... os jogos foram de alegria para todos; as novas historias de Ana fazia os saltar de contentes… as crianças pediam mais vezes a sua presença, mas estas de mansinho ensinava-as que era preciso ajustarem-se as circunstancias...

No sábado pegou em sua partitura de música, onde ela desde á muito tempo vinha escrito seu sentimento e procurou ensaiar... mas de momento o violino tomou conta de seus sentimento, e já era sua vida que passava através das cordas... choros ou gemidos... eram ais de agonia como quando ficou sem sua perna... ouvia-se através das cordas, musica nunca ouvidas pelos grande artistas do instrumento...

Ao terminar foi aplaudida e abarcada pelo seu instrutor que tinha vindo para dizer-lhe que seria impossível dar lição sábado a noite... tinha um convite de casamento... a porta estava entreaberta e entrou... ali ouviu daquela menina o mais maravilhoso tema de sua vida de instrutor..... ele nunca poderia tocar o que acabava de ouvir... esta moça estava pronta para arrebatar plateias....

O domingo chegou, Chico não compareceu no adro da igreja no fim da missa... assuntos familiares que o retinha em foco

Nos assunto financeiros da família.

Ana desapontada refugiava-se nos seu escritos... reencarnava figuras dos escritos De Sá Tinoco dando-lhes um desfecho de alegria onde se podiam ler as virtudes dum escritor incomparável...

Ana ferida na sua vaidade ainda quase real, sentia-se rejeitada no seu amor pelo Chico Padeiro... os dias iam passado, cada vez se agarrava mais ao violino e sua partitura como sendo o único meio de poder deitar para fora, todas as arrelias uma vida mais que madrasta, cheia de atropelos e arrebatamentos que feriam sua mente, quando esta por dias se concentrava no amor.

Chico não podia deixar os fregueses sem pão, seu pai doente e a falta de um empregado, obrigava-o a trabalhar dia e noite para comutar a falta...

Alem disso seu pai chamava-o para rever os títulos e acções que tinha comprado durante sua vida, queria se seu filho agora pensasse a serio numa fabrica de panificação em conjunto com os padeiro da vila.

Saberiam que haveria pequenas industrias de pão fresco e quente, mas a panificação poderia fornecer a maca para o pão em gelado...

Mas Ana não sabia o motivo da ausência de Chico, assim desesperava,Dias passaram onde Ana não dava descanso a seu violino... ela refugiava-se na musica para esquecer o amor... ela sentia a ausência mais como uma desfeita que e sempre difícil a mulher de raciocinar que pode haver causa.

Mais um dia o correio chegou com uma carta registada do seu grande amigo poeta e autor Sá Tinoco.

Dentro um cartão com mil saudações e comprimentos a seu grande trabalho, vinhas duas passagens de avião Para Mailorca... duas passagem no caso de não quereres vir sozinha... doutra forma espero-te em dois dias para fazeres uma apresentação de teu livros... Reencarnação do poeta que esta a ser publicado em 8 línguas... se estiveres de acordo Querida Ana, terás de assinar os contratos que terão os mesmos dizeres que os meu, com as mesmas reais vencimentos...onde eu afirmarei como podes usar e reencarnar todas as minhas personagens para o resto de tua vida.

Ana ainda pensou no seu professor de musica para a acompanhar... um solteirão de entre 35 e 40... mas logo decidiu que tinha toda a confiança em seu protector poeta amigo, e ficou preparando as malas para a viagem.

O dia chegou sem Chico ter aparecido... Estava Ana já a caminho do aeroporto quando chegou uma carta a livraria única direcção que o Chico conhecia...

Eram 6 da tarde e o nosso Sá Tinoco com um braçado de rosas esperava a grande autora da Reencarnação do poeta; aquela que seria a continuação de si mesmo, esta era a filha de um dia do passado quase seu amor...

Dois dias depois na ópera em Paris era lançado sem primeiro livro;

Esta resolveu brindar os que esperavam o grande autor e poeta com um pequeno concerto de violino sem outro acompanhamento... com a partitura intitulada... parte de Mim... a Ópera em Paris muitas vezes te tinha levantado em apoteose... mas era a primeira vez que se levantava por um só violino...

Os livros destinados a esta apresentação esgotaram, Ana no fim da noite estava cansada de tanta assinatura, mas sentia uma felicidade tão grande ao ponto de querer abraçar tão forte seu herói Sá Tinoco...

Este acalmou sua pequenina menina, dizendo... Ana to foste maravilhosa com teu violino; temos mais 7 cidades em 7 países, a apoteose será cada vez •maior para ouvir teu violino, e ler tuas maravilhas.

Seu quarto era um santuário de flores e cartões, quase não via a cama para descansar... Sá Tinoco com um beijo na testa deu boa noite a Ana dizendo a ultima cidade de nossa trone será perto de tua santa terrinha o Coliseu do Porto...

Ai vão conhecer que e o trapo como te chamas do Paço de Margaride... ai já terás divisas para reaver teu berço e tua realeza...

Ana soluçava, mesmo gritava se lançando-se aos pés do poeta... dizendo não me deixes estas noite sozinha, não tenho ninguém que guarde minha felicidade, Sá Tinoco acalmou-a nos seus braços, depôs-lha na cama e retirou-se para seu quarto.

Por motivos de saúde não sei se poderei continuar com esta história.

Por: Armando C. Sousa