O Meu Principiar a Escrever...

 

Jovem amava ler… casado ao sábado com meus colegas de sempre me dirigia para lugares onde houvesse bons livros, e onde pudesse ler...O mosteiro de Sineberga um mosteiro de Frades Jesuítas...

Eles estudavam a religião Católica e trabalhavam a terra duma grande quinta sustento dessa grande congregação...

Num desses dias li os castigos a que eram submetidos os estudantes menos estudiosos.... era vexatório.

Nesse dia era o dia litúrgico do beija pé...diversos agregados lavavam os pés a seus superiores, esta hierarquia mais elevada, e a hierarquia mais elevada tinha de lavar, limpar e beijar os pezinhos ao altíssimo do bando.

Se gostei?... não... era um bando vexatório e hipócrita.... certos livros apetecia-me os ler, entre eles o de S. Cipriano e o Agnus day, os das receitas de licores estavam guardados a sete chaves... se amei a visita?... claro que amei, só pelo aprender.

Os mesmos amigos, dávamos um tostão cada um, para por dia termos o jornal todos os dias...principiamos por compreender que era muito feio nosso nic nome...então convínhamos de não usar nome nic em ninguém. Torna-se vexatórios para os mais mal educados, mas uma sensação para a aldeia...

O povo da Aldeia principiava a ver surgir uma luz que nunca iluminara. Nossa primeira pequenina vitoria.

Então a casa de Camilo principiou a abrir todos os sábados da uma as cinco... e tinha uma pequena mas linda biblioteca.

Dessa biblioteca pode ler os meus primeiros amores...Nossa Senhora de Paris... Obra do grande Victor Hugo... os Vagabundo... de Alexandre Duma de Toski de Vultaire... as sua próprias obras amor da predição, a bruxa de monte Córdova... ensaio de teatro... Rosa do Adro, Sinal da Cruz. Filho Pródigo. Morte de Abel… as reisadas... entretanto chegou o querer ser alguém diferente... casar-me e ser pai... saber quando um criança chora, se e por doença, por morrinha ou a sua forma de se queixar dos tratos, ou ainda fome ou frio.

Aprendi que andar com uma mulher a meu lado que jurou fidelidade, e um sentimento muito doce... não sei se a infidelidade acarreta loucura, minha esposa apesar de de uma grande depressão do parto da terceira filha, tem sido exemplar através destes dois continentes onde nasceram todos os filhos.

Foi um espaço de tempo dedicado a tempo inteiros aos filhos esposas e responsabilidade de trabalho, e bom cidadão do país que me acolheu.

Neste espaço aprendi muito...despi-me da hipocrisia da mentira... e peguei na verdade e fantasia... enchi o tinteiro principiando a escrever depois de ficar reformado...

Quase logo encontrei uma mulher que principiava a poesia d mesmo forme... longe de mentira, mas com medo da família a descobrir pegou num nic nome que ainda hoje o usa e poucas sabem quem...nem a própria família... .

A verdade encontrados-nos... esta achou meus primeiro poemas relíquias poéticas... simples doces e verdadeiros.

Encontram-nos no MSN... ali peça por peça nos desnudamos, ficando nus mas anjos poéticos, ela me conhecia como um pai que nada desta vida lhe ocultou; eu conheci toda despida de preconceito e uma vida dorida passada, assim iniciamos escrevendo... ela disse-me que formataria todo que o podasse fazer....e seu site seria minha casinha.

Mesmo depois da morte...esta casinha estaria de pé para albergar todos os meus escritos. Lembrai-vos que não existe outro casal de poetas igual no Universo... sim houveram muitas com inveja que quiseram quebrar a magia, uniam angélica... sem nunca o conseguir... desnudados sempre caminhamos juntos, sem eu nunca ter visto a cara de meu anjo, destinado a formatar e dar musica a meus poemas e contos, fazendo-os correr o mundo.

Mas quantas vezes minhas forças estavam de baixo astral... logo ela aparecia com magia para me levantar...

Foi assim desnudada que a pequenina vem surgindo uma das mais notáveis poetisas do nosso tenpo...

Ela terá muito para dar ao mundo, uma menina 38 anos apenas... eu por mim estou me apagando com 76 anos.

Mas podeis leu minha obra não e assim tão pequena... e ajudai a levar mais contente meus anos douro.

Por: Armando C. Sousa