Violência que assusta

 

Sim, essa violência passa por nós a cada instante, vive muito perto de nós, mesmo ao dobrar da rua. Quantas vezes está deitada numa boca de esgotos, recebendo os gazes cheirosos, mas que lhe alimenta o calor do sangue, porque o espírito de vida já não existe.

As distâncias para essa gente, já não contam; o ver e a curiosidade de falar, e encontrar outra gente já não vive. Agarram-se à solidão para viver, esperando que alguém lhes deite uns tostões na gorra estendida no chão, para dar aos abutres da droga ou da bebida para lhe comerem os ossos, por que o espírito, e a carne, dessa gente desde a muito que lhe foi comida;

Essa gente foi-lhe roubada a sua própria estima, um dia que perdeu o trabalho para manter o egoísmo de patrões sem escrúpulos.

Desta maneira atiram operários para a rua que, viviam contentes ao trazer para casa o que fazia falta para viver, sem o medo violento da fome.

Sim meus amigos a fome é a coisa mais violenta que assola a humanidade.

Faz-me tremer no dia mundial da alimentação o secretario Geral das Nações Unidas, Sr Kofi Annam dizer que, todos os dias da vida em que vivemos, nesta época em que, os homens venceram o espaço, as ondas, o tempo, e a velocidade, existirem ainda 850 milhões de indivíduos da nossa raça humana que passam fome, que se deitam de estômago vazio, e não sabem de onde chegara, ou se chegara no próximo dia, o pequeno almoço, ou se a ultima vez que comeram foi apenas para lhe dar forças para adormecer eternamente.

Fala-se no dia mundial da erradicação da pobreza, os países mais industriais juntam-se em conferencias, mas cada vez se vê mais balas e armas no mercado, é mais fácil fabricar uma bala, que cultivar um bocado de pão, ou mesmo nos países industrializados é mais fácil deixar apodrecer, milhares de toneladas de trigo, ou de o transformar em gás Metano, que transformar o metal de uma espingarda em uma enxada que possa ajudar a cultivar a terra.

Pensar em pobreza assusta, é vez a nossa liberdade a arder em todos os cantos da terra, reparais que os países que tem e sabem como irradiar pobreza e doenças como a (sida) não o querem fazer, para poder ir buscar suas riquezas minerais sem custo, esquecendo-se que essa gente também é humana.

Mesmo com tantas mulheres lésbicas que não querem constituir família e das restrições que impõe os governos chineses em números de filhos por casal, ainda calculam que nos próximos quinze anos teremos mais um bilhão e meio de seres, e mais de o dobro com doença da (sida). Que atualmente.

Depois temos as religiões que não querem ver as populações educadas no uso da ‘borrachinha’, para se protegerem de doenças, que estão sendo um flagelo para a humanidade, e ao mesmo tempo a ‘borrachinha’ podia servir como meio de contracepção e evitar o meio de crescimento da natalidade.

Pensar na crueldade e violência da pobreza, não é apenas pensar em África; porque ao dobrar de cada esquina ficamos assustados com a miséria que vimos.

Em certas partes do globo os miolos dos humanos, são lavados por religiões que, o fim é espalhar o ódio, e tornar o corpo das cabeças ocas em bombas humanas.

O que mais precisávamos neste momento, era ver as grandes potências darem meia volta na maneira de agir.

Gostaria der ver 1 por cento da borracha de pneus de carros de guerra torna-la em contraceptivos, e educar essa gente; isto para não serem tomadas as ‘borrachinhas’ como uma grande pastilha e ensacarem as fezes.

Os carros de guerra tornados em tratores para fabricarem a terra,... Para principiar cada bala torna-la numa semente de Milho ou de batata, os soldados mesmo que precisassem de se proteger com armas, fossem professores da agricultura, para que cultivassem pão em abundância, e destruírem o flagelo que vem destruindo o mundo, a Rainha, Sra. droga; destruí-la em todas as formas, e com ela todos os parasitas, que vivem da miséria e da loucura que a droga conduz a humanidade.

Devemo-nos lembrar que mais de 60% da população mundial não tem acesso a água tratada ou dentro de casa, e mais que isso não tem quarto de banho.

Gostaria tu, de estar no meio desse numero?…

Claro que não porque essa miséria é violenta e assustadora.

Neste canto, que vivemos nos países mais industrializados, são pedaços da humanidade cheios de inteligências e de ciências, mas sem amor, leva-nos à perversidade, a justiça torna-se implacável, os governos arrogantes e hipócritas, as riquezas cada vez faz mais avarentos, nós quanto mais cordeiros somos e mais escravos nos tornamos, parte de em encontramos orgulho na pobreza, porque não sentimos amor pelo próximo.

Existem certas coisas que devemos amar como a nós mesmos, ou desamar.

Porque é que devemos amar o fanatismo e convertendo-nos num fanático. Para que devemos amar a política para nos converter em egoísta.

Mas o trabalho sem amor nos converte em escravos.

Mas precisamos converter a vida em amigos, amor abraços e beijos, d’outra maneira ela torna-se violenta e assustadora.

Por: Armando C. Sousa

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