A chupeta deve ser doce.

 

Verdade, a chupeta tem de ser verdadeiramente docinha, Mell Lastman foi presidente da Camara de Norte York por cerca de duas dezenas de anos sem nunca ter deixado a chupeta; tinha bons dentes para a segurar.

Depois que o governo de Mike Herris quis fazer cortes nos ganhos dos pobres para dar aos ricos, transformou seis cidades que circundavam Toronto numa só mega cidade, convencendo os incautos dizendo que se pouparia muito dinheiro.

Para essa poupança bastaria reduzir os concílios a uma decima parte dos salários, com eles os empregado Camarários tambem não fariam falta estar todos trabalhando fazendo o mesmo quero com isto dizer, que muitos desses empregados teriam como recompensa o desemprego, e aí mais uma vez haveria poupança.

Todos estiveram de acordo com a mentalidade do governo Provincial Conservativo.

Também não havia escolha, porque estava-mos numa fase da tal make senso revolução em que esses (panditas) tinham sempre razão, mesmo mentindo.

Ora aquilo foi uma corrida entre os maiores das Cidades Torontinas para apanhar a tal chupeta, e nesse caso ganhou o que apresentava maiores palhaçadas, o que dizia que limpava a neve antes que a neve caísse.

Porra a neve pode mais que ele, mas o Sr. Mel vai de chamar o exercito, que foi uma das maiores anedotas de sua carreira de presidente de Câmaras.

Bom! Houvera outras de se lhe retirar o barrete, como aquela de cumprimentar um dos chefes dos Anjos do Inferno, que traziam todo o Canadá amedrontado, medo dos montardes, da droga, das batalhas entre outras gangas e mesmo entre a Policia.

Mell, também tinha (cagufa) e vai de os cumprimentar como amigos, porra que onde elas caiem não deixam criar cabelo.

Uma outra (jocada) do Mell foi Participar na parada dos gays e lésbicas no (príde) day, creio que fez rir uma parte dos Torontinos.

Muitas das suas decisões foram questionáveis, como a de enviar o (garbich) para o lado Americano, o de prolongar a greve dos trabalhadores, por dá cá aquela palha, e que afinal os trabalhadores tinham toda a razão, mas as ruas de Toronto ficaram empilhadas de porcaria e moscas, e em nossas casas se não partisse-mos a lei, ficava-mos com os baldes cheios daqueles bichinhos brancos que deitam um fedor!

Mas isto depois que o Mell disse, que não queria entrar dentro de algum pote em África e ser cosido vivo, os olímpicos ficaram arrumados e Mell, com poucos dentes para segurar a chupeta.

Mas afinal Miller foi seu associado em todas as decisões, e indecisões. Miller perdeu em algumas das suas idéias e ficou indignado! E o Mell, ficou zangadíssimo por ser contrariado, mas afinal chegou ao tempo de deixar a chupeta e Miller agarrou-a, prometendo barrer o esterco da Camara; no meu ponto de vista, o esterco entrou com a vassoura.

Ele foi o primeiro a prometer lugar em comitês aos que com ele deitassem para desfazer o que estava feito e dar o dito por não dito a respeito da ponte planeada para principiar já este fim de ano de 2003.

Esta foi a sua primeira prioridade, para satisfazer seus amigos que vivem na ilha, aquela beleza não pode ter passagem para ser vivida; deve ficar apenas para eles, e para as autoridades do porto continuar com seu chourudos ordenados para nada fazerem.

Miller diz que representa o povo de Toronto.

Não! Não é verdade; com menos de 40% de votos que entraram nas urnas de voto; desses, menos de 18 por cento deitaram em seu nome, apenas por que prometeu uma limpeza. ? Mas onde estão os direitos dos restantes 82%?

Aqueles que lhes deram o voto, não o fizeram para terminar com a ponte, e desfazer o que estava feito; continuando assim com a decaída desta cidade cheia de teias de aranha, e ao falar de teias de aranha, quero me referir aos fios elétricos que torna esta Cidade mesmo feia; com uma rede de água residuais tão antiquada que em breve matará toda a vida aquática do lago Ontario, tornando suas praias inutilizáveis; serão poços de grandes epidemias, com fezes por tratar, provenientes dos torrenciais de chuvas e neves que os tratamentos são incapazes de reter.

Verdade, o povo votou por Miller considerando-o uma pessoa honesta, os constituintes estavam cheios de pagar para escândalos; seus oponentes estiveram envolvidos duma maneira ou doutra em matérias que os não recomendava para o lugar.

Miller não me representa, mas talvez me irá fazer pagar pelos 500 milhões que está a ser soada a Camara de Toronto onde eu resido, portanto, ficaria muito mais bem servido com a ponte, que deveria resultar em mais trabalhos para os Torontinos, com diferentes dimensões para atração turística, e empresarial.

Falando em prioridades: vós já reparastes nas dificuldades de uma pessoa mais idosa travessar a rua mesmo com luzes nos cruzamentos?

Pois bem meus amigos eu já a tenho sentido, mas tambem tenho sentido dificuldade de localizar aquela merdinha de luzes amarelas, quando precisamos de por toda a atenção em todos os perigos do trafico.

Creio que aquelas luzes amarelas talvez fizessem sentido, á trinta anos atrás, quando o trafico era uma decima parte do que é hoje e os carros elétricos paravam sempre nos sítios devidos.

Hoje para mim como a conduzir e como pião, gostaria de ver solidas luzes vermelhas quando os piões as acionassem.

Para mim essa seria uma das maiores prioridades; vós me ireis dizer, isso custa uma fortuna!… Sim, é verdade, mas estarão vocês a por preço em vidas, e na tranqüilidade das pessoas que tem de conduzir?

Vocês já repararam nos letreiros das ruas quando chaga a noite?… a dificuldade que tem em localizar uma rua que procuram nas ruas de trafico?… bom, isto causa acidentes, faz nervos, originando muitas (apitadelas), de pessoas apressadas e mal educadas.

Não pensais que seria uma outra prioridade, atualizar as placas com os nomes das ruas mais visíveis e luminosas?

Não vos parece que é tempo de acabarmos com exposição de frutas e hortaliças na rua, que estão apanhado pó, e micróbios de toda de toda a qualidade?

Bom, no meu entender isto são prioridades: a nossa escolha era limitada, devido aos escândalos, mas será este o homem certo para o lugar certo?

Espero que a chupeta não tenha a mesma magia como aquela o Mell deixou…


Por: Armando C. Sousa

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