Jaze no cemitério:
fez, mas não faz falta
Tudo que nasce morre e se escusa
Torna-se em sossego não se exalta
O que está vivo sim, do saber
abusa.
Rapidamente
passaremos ao nada
Ficaremos sem lugar para ocupar
Viemos aqui viver uma vida enganada
Apenas a memória tomara o lugar.
Ninguém
te empurra, seguiras sozinho
Apenas deixaras talvez, tua semente
Gerada por alguém que te amava
Crescida e atirada fora de seu ventre.
Terá
pensamento com mais riqueza
Sempre que deslumbrar á luz
do dia
Talvez encontrará muito maior
beleza
Para escrever e oferecer sua poesia.
Olha não
procuro de ti um desafio
Não tenho chuteiras para jogar
á poesia
Olha o escrever é como a água
dum rio
Nunca é a mesma, escrever,
é paz é alegria.
Deixa escorregar
tua pena e pensamento
Também me satisfaz ler a tua
poesia
Ao ler alguém expressar seu
sentimento
Empurra e tristeza, para entrar a
alegria.