Ali
morrem os sonhos dum ano sem abrigo
Para traz fica história, amor
e muita saudade
Apenas recordações deste
e daquele amigo
Futuro, esperança principia,
com igualdade.
Vamos
entrar, viver com alegria cada segundo
O fim do ano pode para nós
nunca mais chegar
Criança vais nascer, para ti
principia o mundo
Desse enlace de amor gemidos, prazer,
gritar.
A
todos amigos poetas, para vós
abraços existe
Neste coração envelhecido,
ainda cheio de amor
O bater do coração,
que aos maus tratos resiste
Há, assim mãe natureza
te adoro, ver tudo em flor.
Ano
nasce para alguns, para outros está
a morrer
Cada dia nasça sol de noite
brilhe estrelas e luar
Espero que nasça pão,
sem guerra o poder comer
Cada um encontre braços, para
de amor abraçar.
Dezembro
31, termina ano ao bater da meia noite
Que outro chegue com rosas de feitios
e mil cores
Que de poesias de amor, muito pão
como acoite
Cada gotinha de orvalho seja salpicado
de amores.