Ali morrem os sonhos dum ano sem abrigo
Para traz fica história, amor e muita saudade
Apenas recordações deste e daquele amigo
Futuro, esperança principia, com igualdade.

Vamos entrar, viver com alegria cada segundo
O fim do ano pode para nós nunca mais chegar
Criança vais nascer, para ti principia o mundo
Desse enlace de amor gemidos, prazer, gritar.

A todos amigos poetas, para vós abraços existe
Neste coração envelhecido, ainda cheio de amor
O bater do coração, que aos maus tratos resiste
Há, assim mãe natureza te adoro, ver tudo em flor.

Ano nasce para alguns, para outros está a morrer
Cada dia nasça sol de noite brilhe estrelas e luar
Espero que nasça pão, sem guerra o poder comer
Cada um encontre braços, para de amor abraçar.

Dezembro 31, termina ano ao bater da meia noite
Que outro chegue com rosas de feitios e mil cores
Que de poesias de amor, muito pão como acoite
Cada gotinha de orvalho seja salpicado de amores.


Por: Armando C. Sousa

Canadá - 17/12/2005