Que sublime; mães pegar a mãe para celebrar
Do amor, noites de sofrimento lembrar
Da ternura de nove meses os filhos acalentar
Da dor, dar os filhos à luz do dia
Do alivio, de sua enorme alegria
Vão falar do poder e prazer que lhes foi dado
De dar vida a este mundo desvairado
Irão falar do pai do filho e marido
Dos governos e drogas que trazem tudo perdido
Irão falar da magia de ser mulher...
de sua infância, de ver seus filhos crescer
Das noites passadas sem dormir
Esperando que febre passe e ver sorrir
Minha esposa vai com as quatro filhas
Viver uma noite de recordações
Relembrar as maravilhas das paixões
Irão falar do valor de pureza e honestidade
Orgulhar-se de seu rol e de sua virtualidade
Como de habitude me viram todas abraçar
Na roda onde tantas mãe com filhos estão a festejar
Ali minhas filhas me entregam a mãe
Esta faz parte da vida
Mas faz parte de minha vida, também
Minha eterna namorada. E a minha amada...
É sua, mãe.



Por: Armando C. Sousa