Serão medidas duvidosas com falsos beijos
Nesta luta de vida, quero saber de meu viver
Serão pesos e medidas a balança dos desejos
Estará a balança do amor vazia; do poder ser.

No prato da balança deitei todo o meu amor
Mas vi que não chegava ao peso pretendido
Quis encher mais a balança, o peito sentia dor
Bem que te queria, meus olhos tinhas enchido.

Querias vencer, não ficares de amor perdida
Eras minha musa voavas nos astros do prazer
Enlaçada nos braços, do Hercules da vida.

Balancei a realidade da vida do viver e morrer
Brinquei com barcos de papel da minha infância
Vendo o impossível, medir amor nesta distância.

Por: Armando C. Sousa