
Dezembro, vou às
pinhas a teu pinhal
Assar-las bem irei tirar-lhe os pinhões
Para jogar rapa e tira, na noite de natal
Meia noite a traz de canas dos foguetões
Em dezembro alegria,
vem luz musica e sino
Ver lindos brinquedos, que a ciência inventou
Antigamente eu tanto acreditava no menino
Sempre, nada no sapato, tanto me enganou
Não hoje não
acredito,em milagres...Mentiras
Não acredito, mulher parida com virgindade
Acredito sim, a fé em deus tu não ma retiras
Minha mãe Natureza, é para mim a trindade
Dezembro, o amor de
toda a família, a saudade
Não queria ver mais, a morte sai pelo canhão
Odeio a mentira fazer guerras, perder liberdade
tantos miseráveis neste mundo choram por pão
Dezembro esperança
de ver chegar a igualdade
Espero a humanidade dar as mãos com alegria
Balas venham a ser pão, o coração com bondade
Venham assim os poeta clamar sua linda poesia.
Por: Armando C. Sousa
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