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Minha mente, tua imagem, teu carinho
Mão agarra o membro que está durinho
Os nervos estremecem te vejo de olhos fechados
Sentindo teus beijos ainda molhados
Na minha mente sinto cair tuas calcinhas
Com força fermente agarro, vê se adivinhas
Tuas palavras de amor estão na minha mão
Que procura escravizar todo meu tesão
Num vai vem de desespero e esperança
À direita ou esquerda até ao fim não
se cança
Misturo místico, sonho e realidade
Teu escrever entra em imaginação
Mas não é mão, sou eu no vai bem de
teu vulcão
Oh senso da minha volúpia
Deixo-me cair, lábios em teus lábios de cereja
e doçura
Procurando no cális de teu umbigo a loucura
Que me fazes dar gritos de prazer
Teu êxtase de gemidos perdura
Sinto-os, mas é minha mão a fazer, bravura
Foi loucura, demência do tesão
Um filho do amor
Que acabo de fazer com a mão
Ficou a saudade e desilusão
Queria de verdade sentir teu corpo em erupção
Sentir-te torcer, tu me fazeres gritar
Não ser a mão.

Por: Armando C. Sousa
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