Ensinava
a
todos
por
igual
a
cozer
seu
pão
Aos
pequeninos
dava-lhe
alegria,
bondoso
coração.
Pão
o
daria
ao
faminto
que
não
o
pudesse
coser
Quem
não
quisesse
fazer,
a
escolha
era
morrer.
Não
doença,
debaixo
do
pão
da
vida
não
sofrer
Mas
a
todos
com
forme
vida
escolhida,
o
morrer.
Não
haveria
curas
ou
grandes
sofrimentos
Cantar
de
alegria,
bela
poesia
e
seus
momentos.
Não
daria
tristezas,
daria
arpas
violinos
ou
violões
Terreiros
para
dançar,
deixando-os
criar
emoções.
Não
daria
a
ninguém
o
deserto
a
aridez
ou
solidão
A
cada
um
teria
ombro
de
amizade
gêmeo
coração.
Ninguém
cometeria
maldades,
não
pediria
perdão
Apenas
pediria
a
trindade,
para
rezarem
por
seu
pão.
Não
haveria
velórios,
nem
mentir,
para
bem
viver
Não
dava
céus
ou
provatórios,
dava
sim,
fim,
morrer.

Por:
Armando
Sousa
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