Não gosto não Gosto sim de cumprir todas as minhas missões Que me dite o coração Haverá circunstancias que as pessoas se impõem Sem me perguntar Atrasando minha caminhada, assim os pés me doem Deixando-me a pensar Se devo caminhar diante da ditadura ou tirania Ou se devo retroceder Deixando a tirania ser tiranizada e agarrar a alegria Vou me libertar Não do azul do seu, do sol, das estrelas ou luar Coisas que tanto amo Vou me libertar da ganância da inveja e mentira Vou-me libertar De espíritos, bruxas, olhares, curandeiros e benzilhões Vou te deixar sozinho Com o teu mal dizer de minha poesia do meu poetar Sim, eu vou-te deixar Não mais te rirás das minhas verdades e pensamentos Não, não gosto não de tua ação Vou-te deixar ficar E agarrar Do meu anjo de ternura, toda a bondade e formosura De ti vou pegar Teus beijos molhados, teus sussurros, abraços e paixões Nos teu poemas Vou pegar no teu carinho no teu jeito de artista Vou-me deixar escrever E de ti e deste prazer viver de paixão.
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