Clamo
sozinho neste lugar longe do inferno
Fora de casa frio de rachar; dentro calor terno
Não há santinhos pintados nem
cornos e diabos
Existem dois seres que de amor estão
saciados
Ainda
gostamos de viver, ver do mundo tanta beleza
O azul do firmamento; estrelas brilhando centelhando
As vozes que ouvia outrora; moço fugaz,
cantando
Musica serena dos muros a jorrar, eu e ela a
dançar
Por
vezes estalando um beijinho, abraços
de carinho
Penso por vezes nas caras que vejo; mascaras
de dor
Posso notar nelas a hipocrisia que atraiçoou
seu amor
Olho-a, digo-lhe ao ouvido baixinho...belos
tempos!
Enfim! Recebo um beijinho.
Mas
aos deuses não clamo, não acredito
que os haja
Pelo menos a mim nunca se quiseram mostrar
Mas sim hipócritas e ladrões para
meu suor sugar
Digo-lhes pegai numa enxada, ide a natureza
trabalhar
Nesta
terra de neves eternas, mas onde o sol aquece
Há seres que nascem, crescem; trabalham,
envelhecem
O sol torna no rodar da vida, dá todo
o calor e alimentos
Nós vamos para o ceio da mãe natureza,
ficam rebentos
Livro
na mão jurando à hipocrisia a
verdade sempre sorrir
Amor existe em meu pensamento, coração
bate certo por ti
Amanhã é tarde se ele hoje deixar
de bater, digo hojete amo
Teus beijos não me deixam esquecer, sozinho
eu clamo.
Hoje
estou clamando voz abafada em frente do computador
Tu repousas sozinha, tranqüila na minha
mente meu amor
Amanhã é o dias dos namorados,
quero chegar-te ao coração
Viver mais um dia como se fosse o ultimo
...De grande paixão