Que
leveza... nem posso ver como e morno o ar
O sol que me aquece brilha no céu a azul, sereno
Ha!... Fosse assim os trambolhões de meu pensar
Sem me queimar, amo ter a pele de tom moreno.
Amo ver céu azul clarinho; a lua cheia a brilhar
Deitado nos jardins dos sonhos maravilhosos
Braços do amor, lábios cor da cereja a me beijar
Envelhecidos sonhos realizados; foram ditosos.
No jardim colher abraços, mil sorrisos para dar
Trazer o mundo no coração; desejos de o ver puro
Vejo guerras e sofrimento; e nada posso mudar
Deveríamos procurar fazer melhor para o futuro.
Leveza de consciência, recebendo e dando sorrisos
Nunca brigar com mentira, virar-se para a verdade
Seria um céu de vida, mundo de paz, e mil paraísos
Mas no final; encontro muita tristeza e adversidade.
Que leveza de vida, se pudéssemos dar e receber amor
Vivermos o presente sem insultos; causa, o passado
Não inflamar o coração com inveja e ódio,
causar dor
Que leveza: dar mão, ombro, ser beijado e abraçado.
Por: Armando
C. Sousa