Vinte de Janeiro de 2009 aparecia o verde da esperança
Milhões de bandeiras abanar, com fé de paz, e ter
pão
Depois do juramento mal dito, musica, a primeira dança
As lágrimas caíam, esperando Obama salvar a nação
Ouvia-se na sua voz a fé da responsabilidade, seu grito
Para o capitalismo abandonar a escravatura do trabalhador
Obama tremia, lembrando seus antepassados, estava aflito
Queria vencer a podridão e instaurar no mundo só
amor
Primeira dança era o fim de liberdade como Americano
Pegava aos ombros um mundo de guerras e religiões
Obama traçava para a humanidade o melhor plano
Esperando paz, mas castigar fundamentalistas das nações
São já dez milhões sem trabalho, filhos choram
sem pão
Na Europa outros tantos desempregados, sem trabalhar
Existem demais carros, domésticos, no lixo tanta televisão
Humanidade está fria, para comer, tem de roubar ou matar
Obama, homem que deu esperança a toda a raça e nação
A riqueza não escuta, esta criando ainda mais miseráveis
Afiai as enxadas, cultivai os canteiros para todos ter pão
Todos devemos trabalhar, menos horas, ser mais afáveis
Depois da ultima dança, este Obama principiou a trabalhar
Idéias brilhantes e grande convicção, quer
tornar o bico
Inventar novas energias, tornar o planeta no seu bom rolar
Respeitar a água da natureza ou teremos de usar o pinico
Obama pós a bola a rolar em todas as mãos da humanidade
Por quanto tempo o rico se poderá esconder, escravizando
Temos de dar as mãos com amor, acabar com a iniquidade
Se não queremos ver as religiões se matando, dor
chorando.
Por: Armando
C. Sousa