Branco preto ou amarelo, sangramos todos
vermelho
Não importa onde nascemos, somos de todos espelho
Meu amoroso torrão é o meu berço, velho
Portugal
A cor do sangue é vermelhão, todos sangramos igual.
Eu chamo universal, à cor, continente,
ilha, ou nação
Nós que habitamos o mundo, temos pensar e coração
Gaia, o deus universal da a toda a cor o ser de irmão
O sangue todo vermelho... o que nos separa então?
Sou filho do universo não racista,
a todos amo igual
Cravos, aqui nasceram, rosas em frança e Portugal
Corri um pouco do mundo, todo o lado um jardim
Serei eu jardineiro?.. Cresce semente vinda de mim.
Meus cravos e rosas, lindas, juntaram-se
outras flores
Estão todos a geminar, dão-me lindíssimos
amores
Creio que a este jardim, posso chamar universal
Semente eu e a Esposa, que nascemos em Portugal.
Humanidade
sem inveja, viveremos com paz e amor
Desejo que todos possam cheirar o pólen de sua flor
Deveremos darmos as mãos numa roda sem igual
Sem racismo, cultivamos flores em jardim universal.