Ho deuses antigos, dos nossos antepassados
Vinde com vosso amor nos levantando desta miséria
Sejais deuses como Afrodite de elogios rasgados
Mesmo sendo amor e deusa do ser humano
Nascida da espuma do sexo atirado ao mar; era séria
Todos os olhos a contemplavam; era bendita
Sua pele macia como penas lustrosas do cisne
Seu corrupio era um regalo de doce prazer; mulher dita
Nos braços humanos do amor; deusa sublime.
Zeus, louco, só Afrodite podia ver e amar
Ela era o sublime de beleza entre o céu e a terra
Apolo, seus olhos cheios de amor a comia com o olhar
Coisa mais bela... mulher, magia... Deusa era
Era satisfação do amor; espuma a te abraçar
Quem eras tu Afrodite?... eras palpável, ou cor da visão?
Eras história escrita, ficas-te para contar
Eras a forca, o impulso que vives em todo coração
Eras de espuma, que ainda hoje o humano quer nadar
Eras deusa do amor e do sonhar
Por ti Afrodite, estou mentindo
E vós amigos, embebidos a escutar.
Por: Armando
C. Sousa