Minhas asas fortes e livres voam com meu pensamento
Dores e minhas penas, ninguém as querem depenar
A cada dia que escrevo poema ou evento
Mente pequenina, com medo, querem minha pena calar
Da verdade de meu pensar tem um medo horrendo.

Minhas asas tem voado por muitas partes do mundo
Abandonando racismo de língua, da raça, feitio e cor
Procura levantar o relaxado, medroso ou vagabundo
Tratando-os com igualdade e carinho e amor
Voo com meus poemas, vejo inveja do ser imundo.

Minhas asas não são da cor dos cristãos e da mentira
As asas têm amor a ciência, a natureza e evolução
Voam acariciando a igualdade e liberdade, coisa gira
Em voo raso pedem a natureza gentileza e dei-a a todos pão
A mentira e diabos dos crédulos, medos a todos conspira.

Minhas asas aprenderam a voar com a ciência, e fome
Abandonaram ídolos, o medo do diabo, o benefício de rezar
Aprenderam, trabalho, liberdade, igualdade, uniforme
O respeitos que a todas raças e credo devemos dar
Respeitando estas qualidades, diferença de voar será enorme
Minhas asas, minhas penas, ninguém a vai tirar.

Oh... minhas asas, que tanto me fazes ver e aprender a voar
O mudo quer meus amores, mas não tiram minhas penas
Meus desejos de amor, carinho, e igualdade amar
Oh inveja deixa-me como meu pensar e meu poemas
Deixa minhas asas livres para ver e para voar.


Por: Armando C. Sousa