Deusa
do amor
Deusa da sexualidade
Afrodite, deusa do amor louco, divindade dos deuses olímpicos
Nasces-te beleza incomparável da espuma ardente
Foste desejo de (Himeros) que te viu do mar sair
Eram deusas as mãos, que da mármore te fez imergir
Afrodite, foste rainha da paixão, entre os deuses vencedores
A todos querias satisfazer e fazeres amores
Eras divindade da perfeição de curvas de entontecer
Enchias de vidas os deuses olímpicos ao morrer
Foste o prazer na vida, davas-lhes suave entardecer
Urano, deus dos titãs, Cronos te capou, e as partes atirou
ao mar
Fervendo no seio de Tálassa, nasce a deusa
Eras beleza que a todos satisfazias e amavas
Tuas sacerdotisas prostitutas eram divinas e sagradas
Representavam a deusa saída da espuma
Daquela espuma fervente, saída do grito de loucura de amor
Pode-se ver no mármore, como eras bela flor
Oh mulher que extrairás a pureza da espuma fervente
És Afrodite que deixas o homem contente
Oh divinas mãos que te deixaram na mármore esculpida
A beleza dos biquinhos e formas divinas
Milénios passaram e tu ainda no homem tens vida
És ainda sossego do lar, quando amimas
Mulher, tu ainda é igual, és a nossa Afrodite
Quando deitada esperando nua
Os nossos pensares se tocam na macieza da noite
Os uivos são de amor, tu mina eu tua.
Por: Armando
C. Sousa