A
chica de minha rua, seus olhos são azeitonas
De lábios carnudos e vermelhos, peitos duas montanhas
O andar e um baloiço, nas suas duas pernonas
Chama e desejo, de se balouçar nas entranhas.
Bombear para a frente e para traz
Ouvir seus gritos de prazer
Não tires agora amor, que tanto prazer me dás
Continua no balanço a tirar e a meter.
Agarra-te a minha bunda, não escutes meu gemer
Balança-te sem parar, no estreito dessa entrança
Será tua vez de gritar quando a racha te espremer
Acabaremos a musica e os passos dessa dança.
Es deusa, chica da rua, se vejo tua nudez,
Em ti eu posso gritar, como gritava em rapaz
Sem colete nem calcinhas, tens magia na tua tez
Abrirei as tuas franjas, sou idoso, mas fugaz
A chica da minha rua que jeito tem ao andar
Todos os olhos a estão despindo
E fogo que esta a arder sem o poder apagar
Sem mesmo nela tocar o homem se fica vindo
E se ela vai para a dança a chica da minha rua
Sem blusa nem calcinha
Tanto dinheiro que cai quando ela fica nua
E das mulheres gostosas, e da rua a rainha.
Por: Armando
C. Sousa