No pedaço
de terra onde habitamos
Chegam noites de muita tristeza
Manhãs que a tremer acordamos
Sem saber como havemos de por pão na mesa
Punhado de terra, esta o ser de tanto humano
Sabemos que foi, mas hoje não é nada
Mas fora Babilónio Inca Atezec ou Romano
Hoje são microorganismo em terra amassada
Tiveram viver, na mão os tenho em lama apertada
Amigos, nestes dias que andamos abracemos a paz
É infatigável a morte que nos vem recolher
Naquela pedra vão escrever; Aqui Jaze
A morte transforma em nada todo o prazer
Libertando nossa vida a mentira e seus milagres
Estamos ajudar a viver a hipocrisia
Um dia vem que nada será teu tu bem o sabes
Eu apenas deixo ficar esta poesia
A água que sai de nós dá vida aos que
vem a terra habitar
Eu se for nada talvez mais feliz
Não tenho de me afligir a por pão na mesa
Fico dando vida à raiz
E os vindouros a desfrutar desta beleza.
Por: Armando
C. Sousa
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