Saí,
noite de nevoeiro, tinham matado a lua e o luar
Escrevi meus versos em aço e penedos duros
Crianças vestidas de dinamite, para outros crianças
matar
Que loucura de gente, ensinam os filhos a morrer burros
Sem viola ou concertina me ponho a chorar
Hoje nem meu instinto me pode socorrer
Vejo Islâmicos loucos por todo o lado se arrebentar
Crianças, promessas de rebuçados e virgens
se fazem morrer
Aflito, me debato nas penas de minha paixão
Queria ver sair do nevoeiro, alegria paz e amor
Esses loucos chegam primeiro
Com a morte e destruição semeiam dor
Ho gente sem amor, o melhor deus e a educação
Em vez de papoilas semeai pão
Deixai ver a beleza de vossas mulheres e seu amor
Reconhecei que não existe o vosso islão
Tomai a igualdade e liberdade, rejeitai a dor
Pegue na alegria do jardim, no cheiro verdadeiro da flor
Nesse nevoeiro sem lua vejo chegar a guerra
Desprezo pela vida já não vejo caixão
Estes loucos se alastram por toda a terra
Deixando (niquinhos) de si espalhados pelo chão
Gente... juntai-vos num só deus numa só beleza
Fazei de quem nos da pão, Deus... a mãe natureza.
Por: Armando
C. Sousa
Canadá
- 15/03/06