

Silêncio cheira a passado
Um som que sufoca a noite
O dia amanhece lamentoso
Pelo sonho inacabado.
Um mistério que reprime
A qualquer toque de defesa.
É o simples se tornando confuso
Diante das inconstâncias do mundo.
Silêncio...
Um devaneio fantástico
Na criação humana.
Omitindo também a nós
Os filhos do barulho.

Autora:
Nidia Cintra
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