Tu,
obra
de
criação
divina
Quero
cantar-te
em
versos
Poder
tocar,
sentindo
o
calor
A
maciez
de
teu
corpo
Que
meus
desejos,
vontade
E
olhar
travesso
te
pincele
Centímetros
por
centímetros
E
eu
envolto.
Minhas
mãos
ágeis
Macias
carinhosas...
Tocando
teus
cabelos
Acariciando
sua
nuca
Tirando
de
ti...
Gemidos,
e
arrepios
Enlaçando
teu
corpo
Em
longo
beijo
Eu
ouça
teus
apelos
Mui
devagar
descendo
Tocando
teus
seios
Aguçando
teus
brios.
Ouvindo
doces
palavras
Colados
os
corpos
Dizendo
que
amas
Tocando
meus
membros
Tesos
e
envolventes
De
pouco
a
pouco
Tirando
sua
blusa
Beijando
teus
seios
Levando-a
á
cama
Tua
vais
me
despindo
Os
gostos
sentindo
Deixando-me
louco.
Deitando-te
sobro
o
lençol
Tu
com
olhos
fechados
Os
lábios
colados
Nossas
mãos
trabalhando
Em
afagos
abrangentes
Tocando
teu
ventre
Tirando
as
calças...
Do
sutiã
suas
alças
Nos
vemos
tragados
Cruzando
as
pernas
Voam
calcinhas
Tu
em
gritos...
Pedindo
que
eu
entre.
Nossa
cama
range
Devagar
eu
exploro
Nossos
corpos
ardendo...
Digo-te
que
amo
Com
carinho
o
membro
entrando
Tu
sentes
o
gozo
Gemidos
e
ais
Movimentos,
abraços,
suspiros
Estamos
vivendo
Abres
teu
ventre...
Para
que
entre
Agora
tranqüilos...
Só
resta
o
repouso.