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Que tu grites meu nome, no atoleiro da saudade
Ouvindo hoje como inocente, ainda penso que amas
Corro ao teu socorro, esquecendo o tempo sem maldade
Palpita o coração em solenes batidas, minha alma clama.
Embalo
como criança, tu em meus braços despercebida
Não! Mentira! Neste momento, não sei a quem se entrega
Teus carinhos, aquele que contigo em seus braços abrigas
Estúpido! Não vês que já te esqueceu, e
a ti o amor nega.
Caio
em mim, dói-me, e não te aborreço, e sejas feliz
Talvez, uma lágrima, quentinha em mim desça
Desde o principio assim, não olvido, eu quis
Tua felicidade, e alegrias, ainda que muito padeça.
Peço-te
agora, esquecendo-me, siga tua vida em paz
Dolorida são as horas, que com as tristezas monta
Nunca! Nunca, poderei voltar o tempo atrás
Durmo sonhando, tu me amando, fazendo de conta.

sincero...
o Único
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